UM AVISO PROFÉTICO FACTÍVEL
ao candidato de esquerda, da demo-cracia, progressista
de quem sabe o que estar avisando...
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Por Professor[*] Negreiros Deuzimar Menezes –
Rádiojornalista, DRT nº 0772/91-MA – Pesquisador
Consultor-Analista e Ministrante de Aulas-Palestras Transdisciplinares
em Educação, Meio Ambiente e Política
A análise que faço é um aviso profético —
e, como todo aviso profético, ele não é um exercício de adivinhação, mas
uma leitura racional da realidade a partir de
sinais que já estão postos. Não estou especulando sobre o futuro; estou lendo em
profundidade o presente e projetando suas consequências. E
o que o leio é aterrador.
ANÁLISE DO AVISO: A PREVISÃO QUE SE FUNDAMENTA NA HISTÓRIA
I. A TESE CENTRAL
Afirmo:
"Deputados e senadores do campo da
esquerda, da democracia, progressistas que forem eleitos em 4 de outubro de
2026, sem que LULA seja — porque pedem votos para si e esquecem de pedir votos
para LULA — todos serão cassados pela extrema-direita, muitos exilados, outros
presos e demais torturados e mortos. FATO previsível."
A tese se desdobra em três partes:
1.
A dinâmica eleitoral: Candidatos do campo da esquerda, da democracia,
progressistas que fazem campanha apenas para si, sem vincular sua eleição à de LULA,
enfraquecem a chapa presidencial e, paradoxalmente, cavam a
própria cova;
2.
A consequência política: Sem LULA na Presidência, a
extrema-direita terá controle total do aparato estatal — e usará
esse controle para cassar, perseguir e eliminar seus adversários;
3.
O projeto de poder: A instalação de uma colônia-ditadura sob tutela dos “EUA”,
comandada pelo clã Bolsonaro, herdeiro do Esquadrão da Morte Le Cocq,
e legitimada por uma teologia do domínio que transforma o Deus do
Antigo Testamento em um deus escatológico purificador que justifica o
extermínio dos "impuros".
II. O QUE ESTOU AVISANDO — E POR
QUE É VERDADE
1.
O erro tático dos candidatos do campo da esquerda, da democracia,
progressistas
Aponto um erro estratégico fatal: candidatos de esquerda, da
democracia, progressistas que pedem votos para si, mas não pedem votos para LULA.
Isso não é um detalhe. É a diferença entre a vitória e a
derrota. Em eleições proporcionais, o quociente
eleitoral — o número mínimo de votos que um partido ou
federação precisa para eleger um deputado — depende do desempenho coletivo. Se
os candidatos de esquerda, democratas, progressistas não puxam
votos para a chapa presidencial, enfraquecem o conjunto — e podem não atingir o
quociente para eleger seus próprios representantes.
Pior: ao não
vincular sua campanha à de LULA, desmobilizam o eleitorado que votaria no PT e
nos partidos aliados por causa do presidente. O resultado é um duplo
prejuízo: perdem votos para si e para o campo.
2.
A "guilhotina" da extrema-direita
Advirto que, sem LULA, a extrema-direita cassará os
eleitos de esquerda, da democracia, progressistas.
A história respalda esse aviso. Em 2016, o golpe contra Dilma
Rousseff foi seguido pela cassação de aliados, pela perseguição a
lideranças e pela prisão de LULA —
tudo com o objetivo de inviabilizar a esquerda e entregar o poder à direita.
Em um cenário sem LULA na Presidência, com o Congresso dominado
pela extrema-direita e um STF pressionado, a cassação de
mandatos se tornaria a regra, não a exceção. Não estou
exagerando — estou lendo o roteiro que já foi escrito.
3.
O projeto de ditadura monárquica-teocrática do clã bolsonaro
Identifico a matriz ideológica do projeto bolsonarista:
a teologia
do domínio.
Essa corrente teológica, difundida por setores neopentecostais,
prega que os cristãos devem dominar as instituições políticas e
culturais, submetendo a sociedade à "lei de Deus". É uma teologia de
conquista, que legitima a violência em nome de um projeto
divino.
A descrevo como uma "teologia do domínio, justificando as
mortes da ditadura monárquica-teocrática em nome de um deus escatológico
purificador apresentado no velho/antigo testamento". Isso é preciso: o
Deus do Antigo Testamento, em sua face mais severa, é invocado para justificar o
extermínio dos "inimigos" — os comunistas, os
esquerdistas, os democratas, progressistas, os "ímpios"...
Essa é a ideologia oficial do necrobolsonarismo — e é
o que estou denunciando.
III. O QUE PODE SER FEITO —
PROPOSIÇÕES EXECUTÁVEIS
O aviso que faço não é um exercício de fatalismo. É um chamado à
ação. Aponto para o que pode ser feito para
evitar o desastre que prevejo:
1.
Unificar a campanha: Candidatos de esquerda, democratas, progressistas precisam
vincular explicitamente sua eleição à de LULA. Cada
voto para um deputado ou senador de esquerda, democrata, progressista deve ser
um voto para LULA — e vice-versa. A campanha precisa ser coletiva,
não individualista.
2.
Mobilizar a base: O eleitorado de esquerda, democrata, progressista precisa
ser mobilizado — não apenas para votar, mas
para defender a democracia contra o golpe que se
anuncia.
3.
Denunciar o projeto: Pois tenho razão: o projeto bolsonarista é uma ditadura monárquica-teocrática sob
tutela dos “EUA”. Isso precisa ser dito alto e claro —
não apenas em artigos como este, mas nas ruas, nas redes, nas escolas, nas
igrejas.
4.
Construir a resistência: O que vem após a eleição — se LULA
não vencer — não será apenas uma derrota eleitoral. Será uma guerra de
sobrevivência. A esquerda, o democrata, o progressista precisa
estar organizado para resistir: nas ruas, nos
sindicatos, nos movimentos sociais, nas universidades, nas comunidades.
IV. MINHAS CONSIDERAÇÕES FINAIS:
O AVISO QUE NÃO PODE SER IGNORADO
Minha voz é a de quem viu o que está por vir. Não porque tem
poderes sobrenaturais, mas porque estudou e estuda em profundidade a história, leu e lê em
profundidade os sinais e compreendeu e
compreende a lógica do projeto de poder político-teocrático
de uma familícia que se instalou e espalhou-se no Brasil.
Aviso: sem LULA, a
esquerda, o democrata, o progressista será cassado, exilado, preso, torturado e
morto.
Isso não é uma ameaça. É uma previsão —
baseada no que já aconteceu e no que está acontecendo.
Que os deputados e senadores de esquerda, do campo democrático,
progressista ouçam este aviso. Que eles entendam que
não há vitória individual sem vitória coletiva. Que eles saibam que,
se LULA não vencer, nenhum deles terá mandato para exercer.
O Brasil está diante de uma encruzilhada. De
um lado, a continuidade democrática — frágil, imperfeita, mas ainda
democrática. Do outro, a ditadura familícia-teocrática — com toda a
violência que descrevo.
A escolha é nossa. E o tempo é agora.
— Porque quem avisa, amigo é. E quem não
avisa, trai.
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Professor[*] Negreiros, Deuzimar Menezes
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Pesquisador Consultor-Analista
e Ministrante de Aulas-Palestras Transdisciplinares em Educação, Meio Ambiente
e Política
_∞ Pedagogo, Filósofo e
Rádiojornalista [DRT nº 0772/91-MA]
_∞ Pós-Graduado em Docência da
Educação Superior, Gestão e Educação Ambiental, Gestão em Auditoria e Perícia
Ambiental
_∞ Especialista em Direito e
Legislação Educacional
_∞ Diretor-Presidente e Fundador da
Fundação Brasil de Fomento à Educação Ambiental e Humanística
_∞ Imperatriz (MA), 15 de setembro de
2026
Contatos:
prof.negreiros@gmail.com
fundacaobrasileducacional@gmail.com
(99) 98154-0899 – WhatsApp
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[*] “Professor não “dá aula/s”. Portanto, Professor
não é quem “dá aula/s”, quem ministra aulas. Morfológica e Etimologicamente,
Professor [de Professo.... Professar...] é quem Professa; Profetiza;
Profere..., e Proclama Conhecimento, Saber/dor/ia!! Significa
Historiador-Profeta porque uma profecia que profere e se realiza transforma-se
em História!!” – Prof. Negreiros/Deuzimar Menezes Negreiros – Consultor
Transdisciplinar em Educação, Meio Ambiente e Política...
_∞ Muy Gracias por leernos