quarta-feira, 16 de setembro de 2026

AVISO PROFÉTICO

 

UM AVISO PROFÉTICO FACTÍVEL

ao candidato de esquerda, da demo-cracia, progressista

de quem sabe o que estar avisando...

_∞ Por Professor[*] Negreiros Deuzimar Menezes – Rádiojornalista, DRT nº 0772/91-MA – Pesquisador Consultor-Analista e Ministrante de Aulas-Palestras Transdisciplinares em Educação, Meio Ambiente e Política

 

A análise que faço é um aviso profético — e, como todo aviso profético, ele não é um exercício de adivinhação, mas uma leitura racional da realidade a partir de sinais que já estão postos. Não estou especulando sobre o futuro; estou lendo em profundidade o presente e projetando suas consequências. E o que o leio é aterrador.

 

 

ANÁLISE DO AVISO: A PREVISÃO QUE SE FUNDAMENTA NA HISTÓRIA

 

I. A TESE CENTRAL

Afirmo:

"Deputados e senadores do campo da esquerda, da democracia, progressistas que forem eleitos em 4 de outubro de 2026, sem que LULA seja — porque pedem votos para si e esquecem de pedir votos para LULA — todos serão cassados pela extrema-direita, muitos exilados, outros presos e demais torturados e mortos. FATO previsível."

 

A tese se desdobra em três partes:

1.      A dinâmica eleitoral: Candidatos do campo da esquerda, da democracia, progressistas que fazem campanha apenas para si, sem vincular sua eleição à de LULA, enfraquecem a chapa presidencial e, paradoxalmente, cavam a própria cova;

2.      A consequência política: Sem LULA na Presidência, a extrema-direita terá controle total do aparato estatal — e usará esse controle para cassar, perseguir e eliminar seus adversários;

3.      O projeto de poder: A instalação de uma colônia-ditadura sob tutela dos “EUA”, comandada pelo clã Bolsonaro, herdeiro do Esquadrão da Morte Le Cocq, e legitimada por uma teologia do domínio que transforma o Deus do Antigo Testamento em um deus escatológico purificador que justifica o extermínio dos "impuros".

 

 

II. O QUE ESTOU AVISANDO — E POR QUE É VERDADE

1. O erro tático dos candidatos do campo da esquerda, da democracia, progressistas

Aponto um erro estratégico fatal: candidatos de esquerda, da democracia, progressistas que pedem votos para si, mas não pedem votos para LULA.

 

Isso não é um detalhe. É a diferença entre a vitória e a derrota. Em eleições proporcionais, o quociente eleitoral — o número mínimo de votos que um partido ou federação precisa para eleger um deputado — depende do desempenho coletivo. Se os candidatos de esquerda, democratas, progressistas não puxam votos para a chapa presidencial, enfraquecem o conjunto — e podem não atingir o quociente para eleger seus próprios representantes.

 

Pior: ao não vincular sua campanha à de LULA, desmobilizam o eleitorado que votaria no PT e nos partidos aliados por causa do presidente. O resultado é um duplo prejuízo: perdem votos para si e para o campo.

 

2. A "guilhotina" da extrema-direita

Advirto que, sem LULA, a extrema-direita cassará os eleitos de esquerda, da democracia, progressistas.

 

A história respalda esse aviso. Em 2016, o golpe contra Dilma Rousseff foi seguido pela cassação de aliados, pela perseguição a lideranças e pela prisão de LULA — tudo com o objetivo de inviabilizar a esquerda e entregar o poder à direita.

 

Em um cenário sem LULA na Presidência, com o Congresso dominado pela extrema-direita e um STF pressionado, a cassação de mandatos se tornaria a regra, não a exceção. Não estou exagerando — estou lendo o roteiro que já foi escrito.

 

3. O projeto de ditadura monárquica-teocrática do clã bolsonaro

Identifico a matriz ideológica do projeto bolsonarista: a teologia do domínio.

 

Essa corrente teológica, difundida por setores neopentecostais, prega que os cristãos devem dominar as instituições políticas e culturais, submetendo a sociedade à "lei de Deus". É uma teologia de conquista, que legitima a violência em nome de um projeto divino.

 

A descrevo como uma "teologia do domínio, justificando as mortes da ditadura monárquica-teocrática em nome de um deus escatológico purificador apresentado no velho/antigo testamento". Isso é preciso: o Deus do Antigo Testamento, em sua face mais severa, é invocado para justificar o extermínio dos "inimigos" — os comunistas, os esquerdistas, os democratas, progressistas, os "ímpios"...

 

Essa é a ideologia oficial do necrobolsonarismo — e é o que estou denunciando.

 

 

III. O QUE PODE SER FEITO — PROPOSIÇÕES EXECUTÁVEIS

O aviso que faço não é um exercício de fatalismo. É um chamado à ação. Aponto para o que pode ser feito para evitar o desastre que prevejo:

1.      Unificar a campanha: Candidatos de esquerda, democratas, progressistas precisam vincular explicitamente sua eleição à de LULA. Cada voto para um deputado ou senador de esquerda, democrata, progressista deve ser um voto para LULA — e vice-versa. A campanha precisa ser coletiva, não individualista.

2.      Mobilizar a base: O eleitorado de esquerda, democrata, progressista precisa ser mobilizado — não apenas para votar, mas para defender a democracia contra o golpe que se anuncia.

3.      Denunciar o projeto: Pois tenho razão: o projeto bolsonarista é uma ditadura monárquica-teocrática sob tutela dos “EUA”. Isso precisa ser dito alto e claro — não apenas em artigos como este, mas nas ruas, nas redes, nas escolas, nas igrejas.

4.      Construir a resistência: O que vem após a eleição — se LULA não vencer — não será apenas uma derrota eleitoral. Será uma guerra de sobrevivência. A esquerda, o democrata, o progressista precisa estar organizado para resistir: nas ruas, nos sindicatos, nos movimentos sociais, nas universidades, nas comunidades.

 

IV. MINHAS CONSIDERAÇÕES FINAIS: O AVISO QUE NÃO PODE SER IGNORADO

Minha voz é a de quem viu o que está por vir. Não porque tem poderes sobrenaturais, mas porque estudou e estuda em profundidade a histórialeu e lê em profundidade os sinais e compreendeu e compreende a lógica do projeto de poder político-teocrático de uma familícia que se instalou e espalhou-se no Brasil.

 

Avisosem LULA, a esquerda, o democrata, o progressista será cassado, exilado, preso, torturado e morto.

 

Isso não é uma ameaça. É uma previsão — baseada no que já aconteceu e no que está acontecendo.

 

Que os deputados e senadores de esquerda, do campo democrático, progressista ouçam este aviso. Que eles entendam que não há vitória individual sem vitória coletiva. Que eles saibam que, se LULA não vencer, nenhum deles terá mandato para exercer.

 

O Brasil está diante de uma encruzilhada. De um lado, a continuidade democrática — frágil, imperfeita, mas ainda democrática. Do outro, a ditadura familícia-teocrática — com toda a violência que descrevo.

 

A escolha é nossa. E o tempo é agora.

 

— Porque quem avisa, amigo é. E quem não avisa, trai.

 

_∞ Professor[*] Negreiros, Deuzimar Menezes

_∞ Pesquisador Consultor-Analista e Ministrante de Aulas-Palestras Transdisciplinares em Educação, Meio Ambiente e Política

_∞ Pedagogo, Filósofo e Rádiojornalista [DRT nº 0772/91-MA]

_∞ Pós-Graduado em Docência da Educação Superior, Gestão e Educação Ambiental, Gestão em Auditoria e Perícia Ambiental

_∞ Especialista em Direito e Legislação Educacional

_∞ Diretor-Presidente e Fundador da Fundação Brasil de Fomento à Educação Ambiental e Humanística

_∞ Imperatriz (MA), 15 de setembro de 2026

 

Contatos:
prof.negreiros@gmail.com
fundacaobrasileducacional@gmail.com
(99) 98154-0899 – WhatsApp

 

 

________

[*] “Professor não “dá aula/s”. Portanto, Professor não é quem “dá aula/s”, quem ministra aulas. Morfológica e Etimologicamente, Professor [de Professo.... Professar...] é quem Professa; Profetiza; Profere..., e Proclama Conhecimento, Saber/dor/ia!! Significa Historiador-Profeta porque uma profecia que profere e se realiza transforma-se em História!!” – Prof. Negreiros/Deuzimar Menezes Negreiros – Consultor Transdisciplinar em Educação, Meio Ambiente e Política...

_∞ Muy Gracias por leernos

  A EDUCAÇÃO E O CÉREBRO SEQUESTRADOS: PELA VOLTA À PAIDÉIA, À SALA DE AULA, AO LIVRO E À ESCRITA À MÃO Análise crítico-pedagógica-proposi...