O LIMIAR DA NOSSA EXTINÇÃO: A TERRA INABITÁVEL E O SILÊNCIO CINÉREO DO POLÍTICO BRASILEIRO
A nossa morte pela temperatura de bulbo úmido iniciada em 2026, e a ausência do tema [climático] nas eleições.
_∞ Por Professor[*] Negreiros, Deuzimar Menezes
_∞ Rádiojornalista, DRT nº 0772/91-MA – Consultor-Analista e Ministrante de Aulas-Palestras Transdisciplinares em Educação, Meio Ambiente e Política
À GUISA DE ANTELÓQUIO
[“Nada está no intelecto que não tenha estado antes nos sentidos.”]
O que fazemos com o cérebro que nos habita?
Somos o nosso cérebro
Somos o tudo o que nele colocam
E o pouco que também o colocamos
Em cada década temos um cérebro a pensar
Não se percebe aí que ele pára exatamente onde deveria ter começado a pensar adiante
Ou seja, começado a pensar. Pensar é pensar adiante.
Somos um cérebro em ato de escrita... e de ações... do que recepciona... e absorve...
Nada há em nosso intelecto sem antes ter passado pelo sentido.
Meu cérebro é o que pensa, fala e escreve...
Pensar, hoje, é um gesto consciente-heróico-político
Dizer a verdade, um ato corajoso e heróico-subversivo
Defender a vida, um compromisso corajoso, heróica-radical
Eis o que a ti escreve, corajoso e heroicamente, o meu cérebro:
I. O UMBRAL – A TERRA QUEIMARÁ ANTES QUE PERCEBAMOS
O corpo humano é uma máquina térmica frágil. Sua temperatura interna não pode ultrapassar 42°C sob pena de falência orgânica irreversível. Para evitar esse colapso, o organismo conta com um mecanismo primitivo e eficaz: a evaporação do suor. Mas esse mecanismo tem um limite. Quando o ar está tão quente e úmido que o suor não consegue mais evaporar, o corpo humano se transforma em uma panela de pressão sem válvula de escape. Os órgãos falham. O cérebro cozinha. A morte chega em horas – ou, para os mais vulneráveis – idosos, crianças, trabalhadores expostos ao sol, pessoas sem acesso a refrigeração são os primeiros a morrerem –, em minutos.
Este limite é medido pela temperatura de bulbo úmido – um indicador que combina calor e umidade para medir a real capacidade do corpo de se resfriar. O patamar de 35°C de bulbo úmido é considerado o limite teórico de sobrevivência humana em exposição prolongada. Acima disso, a morte é praticamente inevitável, mesmo para pessoas saudáveis, mesmo à sombra, mesmo com água.
O que os cientistas da NASA e do IPCC vêm alertando, com uma urgência que o político insiste em ignorar, é que esse limite já está sendo ultrapassado – e com frequência crescente.
Agora em 2026, um estudo publicado na Nature Communications revela uma verdade aterradora: condições de estresse térmico potencialmente fatais já estão ocorrendo em eventos climáticos atuais, todos eles abaixo do limiar de 35°C de bulbo úmido. Em outras palavras: o limite de sobrevivência é mais baixo do que se pensava. E o que se pensava já era muito assustador.
Tenho alertado há décadas, a partir das salas-de-aulas onde ministrei minhas aulas, sobre essa possibilidade: o planeta se tornar inabitável até o fim deste século como consequência direta da ação humana capitalista. Não como uma profecia apocalíptica, mas como uma constatação empírica – uma leitura racional sobre fenômenos naturais [ambientais] e os dados que a ciência produz e que o político enterra.
A pergunta que não quer calar é: o que o político brasileiro está fazendo para evitar que esse cenário se concretize num curto espaço de tempo?!
A resposta, nas eleições de 2026, é um silêncio ensurdecedor.
II. O ALERTA CLIMÁTICO EXTREMO – O QUE A CIÊNCIA DIZ
2.1. O que é a temperatura de bulbo úmido?
A temperatura de bulbo úmido é medida por um termômetro envolto em um pano úmido, exposto ao ar em movimento. Ela reflete a temperatura mais baixa que pode ser alcançada pela evaporação da água – ou, no caso do corpo humano, pelo suor.
Diferentemente da temperatura do ar, que pode ser tolerada em ambientes secos, a temperatura de bulbo úmido considera o efeito combinado de calor e umidade sobre a capacidade de termorregulação do corpo. Em um ambiente com 50% de umidade, 35°C de bulbo úmido equivalem a uma sensação térmica de 71°C. Acima disso, o corpo humano não consegue mais dissipar calor. É a nossa MORTE!!
2.2. O limiar da morte
Os cientistas costumam tratar o patamar de 35°C de bulbo úmido como um limite extremo de sobrevivência em exposição prolongada. Acima disso, o corpo humano não consegue mais dissipar calor. A temperatura central sobe rapidamente. Em até seis horas de exposição, a temperatura corporal atinge 42°C – o ponto a partir do qual as proteínas do corpo começam a se desnaturar, os órgãos entram em falência e a morte se torna inevitável.
Mas, como o estudo agora de 2026 demonstra, o limiar real é mais baixo. Em ondas de calor recentes, condições fatais foram registradas com temperaturas de bulbo úmido muito abaixo de 35°C. Para populações vulneráveis – idosos, crianças, trabalhadores expostos ao sol, pessoas sem acesso a refrigeração são os primeiros a morrerem – o risco já é real e presente.
2.3. O que a NASA prevê
A NASA, com base em dados de satélite e modelos climáticos, monitora regiões onde a combinação de altas temperaturas e umidade pode ultrapassar limites perigosos para a saúde.
O Brasil, ao lado de outras regiões, é apontado como uma área potencialmente vulnerável ao aumento da temperatura de bulbo úmido. Modelos climáticos indicam que certas regiões do país – incluindo áreas da Amazônia – podem exceder o limiar de 35°C por volta de 2070. Ou bem antes!! Em menos de 40 anos!!
Em Marabá [PA], nossa vizinha, a temperatura de bulbo úmido já chegou a 33,6°C. A 1,4°C do limite teórico de sobrevivência. A 1,4°C de um ponto sem retorno. É sinal vermelho!!
III. O SILÊNCIO CINÉREO – A AUSÊNCIA DO CLIMA NA AGENDA ELEITORAL DE 2026
3.1. O diagnóstico: um vazio ensurdecedor
As eleições de 2026 no Brasil ocorrem em um momento em que eventos climáticos extremos se sucedem com frequência e intensidade crescentes. Um ciclone-bomba já atingiu mais de dez estados. Incêndios florestais de grandes proporções têm assolado o Brasil, o Canadá, EEUU, e a Europa. Chuvas e enchentes têm devastado o Sul do Brasil, assim como devastado países pelo planeta a fora. Secas históricas já foram registradas na Amazônia. Ondas de calor se tornam cada vez mais frequentes...
Os dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais [Cemaden] apontam um aumento contínuo das ondas de calor nas últimas quatro décadas, com intensificação em todos os estados brasileiros desde o início dos anos 2000.
E, no entanto, o tema climático está ausente dos planos de governo – nos três níveis executivos e nos três níveis legislativos. Não aparece como prioridade. Não aparece como urgência. Não aparece como o que ele é: uma questão de sobrevivência nacional.
3.2. A sociedade civil tenta, mas os candidatos ignoram
Há iniciativas da sociedade civil para colocar o clima na agenda eleitoral. Organizações ambientalistas reuniram propostas para inspirar a agenda política dos candidatos à Presidência. O Observatório do Clima lançou um plano sobre clima e meio ambiente para as eleições de 2026. Especialistas apontam a necessidade de planejamento e políticas públicas voltadas à nova realidade global. Partes dessas iniciativas aparem incluídas no Plano/Programa de Governo de LULA 2027-2030, mas não é pauta no discurso/debate de campanha eleitoral dos candidatos. Tudo ignorado!!
Infelizmente, essas iniciativas não se traduzem em prioridade eleitoral. Os candidatos não estão ouvindo. Os partidos não estão incorporando. O tema climático permanece na periferia do debate – quando não é ativamente ignorado.
IV. AS RAZÕES PARA A OMISSÃO – POR QUE O POLÍTICO BRASILEIRO FINGE QUE O CLIMA NÃO EXISTE
4.1. Curto prazo eleitoral
O ciclo político brasileiro é de 4 anos. O horizonte climático é de décadas. Essa incompatibilidade temporal é a primeira e mais óbvia razão para a omissão.
O político que se preocupa por 4 anos com a reeleição não pode se dar ao luxo de pensar em 2070. Ele precisa de resultados imediatos. Promessas de curto prazo. Obras que sejam inauguradas antes da próxima eleição. A crise climática, com sua temporalidade dilatada, não se encaixa nesse calendário temporal de 4 anos.
4.2. O poder do agronegócio
O agronegócio é uma das forças políticas mais poderosas no Brasil. Ele financia campanhas, elege bancadas, pauta o Congresso em benefício de seus interesses privados. E o agronegócio, em sua maioria, vê a pauta climática como uma ameaça – não como uma oportunidade.
As metas de desmatamento zero, a redução de emissões, a transição para uma agricultura de baixo carbono – tudo isso é percebido como entrave/inimigo, não como direção. O candidato que abraça a pauta climática arrisca perder o apoio do setor que financia a maior parte das campanhas e suas bancadas eleitas.
4.3. A captura do Estado
O Estado brasileiro foi capturado por interesses que se beneficiam do status quo – da exploração predatória dos recursos naturais, da queima de combustíveis fósseis, do desmatamento. Os órgãos ambientais foram e são mantidos esvaziados. A fiscalização foi e é mantida enfraquecida. As políticas públicas foram e são mantidas desmontadas.
Essa captura não é acidental. É o resultado de décadas de atuação de setores que veem na destruição ambiental uma oportunidade de acumulação de riquezas. E que, por isso, atuam ativamente para manter o tema climático fora da agenda política do político e do estado.
4.4. A ideologia negacionista
O negacionismo climático, embora tenha perdido força entre os cientistas, ainda é hegemônico em certos setores políticos e midiáticos. O discurso de que "o aquecimento global é uma farsa", de que "as mudanças climáticas são naturais", de que "não há o que fazer" – esse discurso ainda encontra eco em parcelas significativas do eleitorado.
E, para muitos políticos, é mais fácil negar a crise do que enfrentá-la. Negar exige apenas retórica. Enfrentar exige ação, recursos, mudanças estruturais – e, acima de tudo, coragem política.
4.5. O silêncio do legislativo
O Congresso Nacional, dominado por setores conservadores, extremistas de direita, negacionistas, não pauta a crise climática como prioridade. As comissões de meio ambiente são esvaziadas/sabotadas. Os projetos de lei que tratam do tema são engavetados. Os debates são sufocados.
Há, é claro, iniciativas pontuais – como as propostas analisadas pelo Senado no Dia Mundial do Meio Ambiente. Mas são exceções que confirmam a regra. A regra é o silêncio. A regra é a omissão.
V. A EDUCAÇÃO E A INDÚSTRIA CULTURAL – A FÁBRICA DA ALIENAÇÃO
A crise climática não é apenas um problema físico. É um problema de consciência. E a consciência, no capitalismo, é moldada por duas forças poderosas: a educação e a indústria cultural.
5.1. A educação que não educa
O novo Plano Nacional de Educação [PNE] para o decênio 2026-2036, instituído pela Lei nº 15.388/2026, estabelece 19 objetivos, 73 metas e 372 estratégias. Entre elas, há menção à educação ambiental e ao enfrentamento das mudanças climáticas.
Mas a questão não é se o PNE menciona o clima. É se a escola brasileira, na prática, forma cidadãos capazes de compreender e enfrentar a crise climática que emerge drástica e mortalmente.
A resposta é: não.
A escola brasileira, cada vez mais, é uma máquina de adestramento, não de formação. O currículo é engessado. O professor é desvalorizado. O pensamento crítico é sufocado. O aluno não aprende a distinguir o verdadeiro do falso, o fato da opinião, o dado científico da fake news.
E, nesse contexto, a crise climática – que exige pensamento sistêmico, visão de longo prazo, capacidade de questionar o status quo – torna-se um tema incompreensível para a maioria. Não porque seja complexo, mas porque a escola não ensina a complexidade.
5.2. A indústria cultural e a alienação
A indústria cultural, nas mãos do capital, opera como um mecanismo de sabotagem e alienação. O entretenimento – o futebol, o reality show, o blockbuster/sucesso de bilheteria – é a droga que mantém a população distraída enquanto o mundo queima.
As redes sociais, com seus algoritmos que premiam o engajamento e não a verdade, são o esgoto a céu aberto onde a desinformação prolifera. O negacionismo climático encontra ali um terreno fértil. As fake News/notícias falsas sobre o clima circulam mais rápido do que os fatos. O senso de urgência é dissipado. A ação é paralisada.
5.3. A política linguística e o controle
A linguagem é um instrumento de poder. E o poder, no capitalismo, usa a linguagem para controlar – para definir o que pode ser dito, o que pode ser pensado, o que pode ser feito.
O discurso hegemônico sobre o clima é um discurso de desresponsabilização: "o aquecimento global é natural", "não há o que fazer", "a tecnologia vai salvar". Esse discurso é a linguagem da inércia. E a inércia, no contexto da crise climática, é a linguagem da morte certa.
VI. PROPOSIÇÕES – O QUE AINDA PODE SER FEITO
6.1. Educação para a emergência
É urgente uma reforma pedagógica radical que coloque a crise climática no centro do currículo – não como um "tema transversal", mas como eixo estruturante de toda a formação.
Os alunos precisam aprender, desde cedo, a pensar sistemicamente – a compreender as interconexões entre economia, sociedade e meio ambiente. Precisam aprender a questionar o status quo – a entender que o capitalismo, em sua forma atual, é incompatível com a continuidade da vida no planeta. Precisam aprender a agir – a se organizar, a resistir, a construir alternativas.
6.2. Políticas públicas com horizonte climático
Os planos de governo, em todos os níveis, precisam incorporar a crise climática como prioridade – não como uma nota de rodapé, mas como eixo central.
Isso significa:
i. Metas de desmatamento zero com fiscalização efetiva;
ii. Transição energética com abandono dos combustíveis fósseis;
iii. Adaptação climática com planejamento urbano, infraestrutura resiliente e proteção das populações vulneráveis;
iv. Financiamento público para pesquisa, inovação e tecnologias limpas.
6.3. Democracia participativa e controle social
O Conselho das Cidades/ConCidades, o Conselho Nacional de Meio Ambiente, os Fóruns de Educação, de Participação Popular – todos esses espaços precisam ser fortalecidos e ocupados pela sociedade civil.
A crise climática não pode ser decidida nos gabinetes. Ela precisa ser debatida nas ruas, nas praças, nas escolas, nas IES/Instituições de Ensino Superior, nas academias..., nas igrejas, nas associações, nos sindicatos, nos meios de comunicação. O povo precisa saber o que está em jogo: a interrupção e/ou a continuidade da vida neste Planeta. E, sabendo, precisa exigir ação rápida/urgente!!
6.4. Combate à desinformação
É preciso uma campanha nacional contra a desinformação climática – com investimento em educação midiática, em jornalismo científico, em comunicação popular.
As redes sociais precisam ser reguladas. Os algoritmos que amplificam a desinformação precisam ser confrontados. A verdade – a verdade da ciência, a verdade dos dados, a verdade do território, a verdade dos saberes ancestrais – precisa ser defendida como um bem público essencial.
6.5. Rompimento com o capitalismo extrativista
A crise climática é, em sua essência, uma crise do capitalismo. O capitalismo, em sua lógica de acumulação infinita, é incompatível com um planeta finito.
Não há solução climática dentro do capitalismo. Há apenas paliativos – que atrasam o colapso, mas não o impedem de acontecer.
A alternativa é o Bem Viver – uma civilização baseada na harmonia com a natureza, na cooperação, na solidariedade, na justiça socioambiental. Uma civilização que não veja a natureza como mercadoria, mas como território de vida.
VII. EPÍLOGO – A ESCOLHA QUE NÃO PODE SER ADIADA
Tenho alertado, há décadas, que o planeta pode se tornar inabitável até o fim deste século como consequência da ação humana capitalista canibalesca. Antropofágica. Não é como uma profecia, mas como uma constatação empírica – uma leitura transdisciplinar total racional do mundo que a faço sobre a natureza, os dados que a ciência produz e que a política enterra.
Os dados estão aí. A ciência está aí. A crise está aí – não no futuro, mas no presente. Ondas de calor que matam. Secas que devastam. Enchentes que arrastam vidas. O limiar da sobrevivência – a temperatura de bulbo úmido – já está sendo ultrapassado em algumas regiões do planeta. E o Brasil, com sua Amazônia desflorestada, seu Cerrado arrancado, sua costa, é um dos territórios mais vulneráveis.
E, no entanto, o político brasileiro – nas eleições de 2026 – finge que o clima não existe. Finge que a crise não é urgente. Finge que o futuro não está em jogo. Quando abordado sobre, nega!!
Essa omissão não é inocente. É criminosa. É a omissão de quem prefere o lucro de hoje à vida de amanhã. É a omissão de quem aposta que o colapso virá depois da sua morte – e, portanto, não é problema seu. É de quem fica!!
Mas o colapso não espera. A temperatura de bulbo úmido não espera. A morte, quando chega, não avisa.
A escolha é simples: continuar no rumo da destruição, ou mudar de rumo.
O capitalismo escolheu a destruição. Cabe a nós – professores, intelectuais, cidadãos – escolher a vida.
— Porque a minha pátria é a Terra, e a minha pátria será viva ou será morta. Mas eu escolho viva.
Pesquisas, seleção, elaboração, adaptação, produção e organização dos textos:
_∞ Por Professor[*] Negreiros, Deuzimar Menezes
_∞ Consultor-Analista e Ministrante de Aulas-Palestras Transdisciplinares em Educação, Meio Ambiente e Política
_∞ Pedagogo, Filósofo e Rádiojornalista [DRT nº 0772/91-MA]
_∞ Pós-Graduado em Docência da Educação Superior, Gestão e Educação Ambiental, Gestão em Auditoria e Perícia Ambiental
_∞ Especialista em Direito e Legislação Educacional
_∞ Diretor-Presidente e Fundador da Fundação Brasil de Fomento à Educação Ambiental e Humanística – F.B.FEAH
_∞ Membro do Fórum Municipal de Educação – Imperatriz/MA
_∞ Membro do Conselho Gestor do Parque Natural Municipal Arara Azul – Imperatriz/MA
_∞ Membro do Conselho Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável de São Miguel do Tocantins/TO
_∞ Membro do Conselho das Cidades [ConCidades] de Imperatriz, e do Estado do Maranhão
_∞ Imperatriz [MA] / São Miguel do Tocantins [TO] – Grafado nos dias entre junho a 26 de agosto de 2026
FONTES CONSULTADAS
i. Nature Communications – "Deadly heat stress conditions are already occurring" [2026] – https://link.springer.com/article/10.1038/s41467-026-70485-1[reference:31]
ii. Revista Oeste – "NASA revela quais regiões correm maior risco de se tornarem inabitáveis até 2050" [2026] – https://revistaoeste.com/oestegeral/2026/06/24/nasa-revela-quais-regioes-correm-maior-risco-de-se-tornarem-inabitaveis-ate-2050/[reference:32]
iii. Estadão – "Nasa prevê que Brasil ficará inabitável? Não é isso que diz o estudo; entenda" – https://www.estadao.com.br/ciencia/brasil-inabitavel-clima-nasa-aquecimento-global-nprm/[reference:33]
iv. Gov.br – Plano Nacional de Educação [PNE] 2026-2036 – https://www.gov.br/mec/pt-br/pne[reference:34]
v. Fundação Ulysses – "Eleições colocam em debate propostas dos candidatos para a crise climática" [2026] – https://fundacaoulysses.org.br/eleicoes-colocam-em-debate-propostas-dos-candidatos-para-a-crise-climatica/[reference:35]
Contatos:
prof.negreiros@gmail.com
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[*] “Professor não “dá aula/s”. Portanto, Professor não é quem “dá aula/s”, quem ministra aulas. Morfológica e Etimologicamente, Professor [de Professo.... Professar...] é quem Professa; Profetiza; Profere..., e Proclama Conhecimento, Saber/dor/ia!! Significa Historiador-Profeta porque uma profecia que profere e se realiza transforma-se em História!!” – Prof. Negreiros/Deuzimar Menezes Negreiros – Consultor Transdisciplinar em Educação, Meio Ambiente e Política... _∞ Muy Gracias por leernos