A DEMOCRACIA E SUA RELATIVIDADE CIRCUNSTANCIAL:
QUEM
REALMENTE GOVERNA QUANDO DIZEM QUE O POVO GOVERNA?
UM
ENSAIO PEDAGÓGICO CRÍTICO-POLÍTICO-EXPLICATIVO
∞
Por Professor[*] Negreiros Deuzimar Menezes –
Rádiojornalista, DRT nº 0772/91-MA –
Pesquisador Consultor-Analista e Ministrante de Aulas-Palestras Transdisciplinares
em Educação, Meio Ambiente e Política — em diálogo
holístico e transdisciplinar com você... leitor/a
I. À GUISA DE ANTELÓQUIO: A PALAVRA MAIS USURPADA DA POLÍTICA
Poucas palavras foram tão usurpadas, tão esvaziadas, tão manipuladas quanto a
palavra democracia. Ela está em
todos os discursos — dos golpistas aos revolucionários, dos banqueiros aos
sem-terra e dos sem-teto, dos fascistas aos socialistas. Todos se dizem
democratas. Todos invocam o povo. Mas quem é esse povo? E quem, de
fato, governa quando se diz que é o povo que governa?
A etimologia é clara: demo [povo]
+ cracia [governo] = governo do
povo. Portanto povo no governo.
Mas a clareza etimológica esconde a complexidade política. Porque
"povo" não é uma categoria homogênea. "Povo" é um campo de
disputa [como consequência de uma convulsão/dualidade de interesses em
ebulição permanente] — e cada grupo que invoca a democracia está, na
verdade, invocando uma concepção específica de democracia, assim
como de liberdade, de um povo [o seu próprio povo] e um projeto específico de governo para
si, que os beneficie mantendo-os no poder.
Neste ensaio proponho a desvelar as
relatividades circunstanciais da democracia —
mostrando que, sob o mesmo significante, escondem-se significados radicalmente
diferentes, muitas vezes antagônicos. Opostos!! Em dualidade!! E, mais
grave: algumas "democracias" são, na
verdade, inimigas da própria democracia.
II. A DEMOCRACIA ETIMOLÓGICA: O IDEAL E A REALIDADE
2.1.
O ideal grego
A democracia nasce na Grécia Antiga — mais precisamente em Atenas,
no século V a.C. — como um regime no qual os cidadãos participavam
diretamente das decisões da polis. Mas quem eram os "cidadãos"? Eram apenas homens
livres, maiores de idade, filhos de pai e mãe atenienses. Ficavam de
fora da democracia:
i.
Mulheres [metade
da população];
ii.
Escravos [cerca
de um terço da população];
iii.
Estrangeiros [metecos];
iv.
Crianças.
Ou seja: a democracia ateniense era, na verdade, uma oligarquia — o
governo de uma minoria sobre a maioria. O "povo" que governava era
um povo restrito, um povo seleto, um povo de
proprietários oligarcas.
2.2.
A democracia moderna: representativa e restrita
A democracia moderna — que surge com as revoluções liberais dos
séculos XVII e XVIII — é representativa, não direta.
É indireta. O povo não governa; elege representantes que
governam [indiretamente] em seu nome. E, por muito tempo, esse "povo"
também foi restrito:
i.
Sufrágio censitário — só
votavam os proprietários;
ii.
Voto masculino — as
mulheres só conquistaram o direito ao voto no século XX;
iii.
Voto racial —
negros e indígenas foram excluídos por décadas. Eram considerados não-gentes.
A democracia moderna nasce, portanto, como democracia de
proprietários — e só gradualmente se universaliza – eleitoralmente –,
sempre sob pressão das lutas populares.
III. AS DEMOCRACIAS CIRCUNSTANCIAIS: A CLASSIFICAÇÃO POR RISCO AO
POVO E QUEM GOVERNA DE FATO
Proponho, a seguir, uma classificação
das democracias por grau de risco/gravidade ao povo. Não se
trata de uma classificação neutra — é uma classificação crítica, que parte
do princípio de que a democracia só é legítima quando serve ao povo, não às
elites.
3.1. DEMOCRACIAS DE BAIXO RISCO
AO POVO
3.1.1. Democracia dos povos indígenas em suas TIs
Nas Terras Indígenas, vigoram formas de democracia
comunitária — baseadas na participação direta, no consenso, na rotação de
lideranças e no respeito aos mais velhos. Não há
Estado, não há partidos, não há burocracia. Há comunidade. Tudo é
comum a todos. Pode-se pensar em uma espécie de comunismo indígena.
Risco ao povo: MÍNIMO.
A democracia indígena é, talvez, a forma mais pura de governo do povo — porque
o povo é o governo.
Ameaça externa `democracia indígena: O
capitalismo, o agronegócio, a mineração, o garimpo, o Estado colonizador.
3.1.2. Democracia dos povos quilombolas em seus quilombos
Os quilombos, historicamente, foram espaços de
liberdade — onde os escravizados reconstruíram suas vidas em comunidades
autogovernadas. A democracia quilombola é baseada na solidariedade, na partilha, no cuidado
coletivo e na memória ancestral.
Risco ao povo quilombola: MÍNIMO.
Como a indígena, é uma democracia vivida, partilhada, não apenas representada.
Ameaça externa aos quilombos: O
racismo, a grilagem, o agronegócio, o Estado que não reconhece seus
territórios.
3.1.3. Democracia comunista dos povos primitivos
O que chamamos de "comunismo primitivo" — as formas de
organização das sociedades sem classes — é a democracia
mais radical: não há propriedade privada, não há Estado, não há exploração.
Há partilha, cooperação, igualdade.
Risco ao povo: MÍNIMO.
É a democracia sem adjetivos —
porque não há poder separado do povo.
Ameaça externa: A
civilização capitalista, que destruiu, extinguiu essas sociedades em nome do
"progresso" capital.
3.2. DEMOCRACIAS DE MÉDIO RISCO
AO POVO
3.2.1. Democracia representativa eleitoral — o povo no dia da eleição
A democracia representativa eleitoral é a forma hegemônica no
mundo contemporâneo. Nela, o povo elege representantes que tomam
decisões em seu nome. O povo participa apenas no dia da eleição — e,
depois, entrega o confisco do poder aos eleitos.
Risco ao povo: MÉDIO.
A democracia representativa pode servir ao povo — mas, na
prática, serve às elites:
i.
O povo vota, mas não decide;
ii.
O povo escolhe, mas não controla;
iii.
O povo legitima, mas não governa.
Data emblemática: 04 de
outubro de 2026 — o dia em que o Brasil terá a sua "democracia" — e,
no dia seguinte, 05 de outubro de 2026, a perderá.
Como afirmou o cientista político Robert Dahl, a democracia
representativa é uma poliarquia — um regime
no qual múltiplos grupos competem pelo poder, mas o poder efetivo permanece nas
mãos das elites.
3.2.2. Democracia de esquerda/socialista — o governo do povo?
A democracia de esquerda e socialista é a democracia
popular que busca superar o
capitalismo — na qual o poder político é exercido pelo povo
organizado, em conselhos, assembleias, movimentos sociais — e que, por
isso, é combatida pelas
elites. Nessa democracia:
i.
A participação é
direta;
ii.
O controle social é
efetivo;
iii.
A economia é subordinada
às necessidades do povo, como um todo, e não de uma minoria elitizada econômica-financeiramente
patrimonialista;
iv.
A igualdade é real,
não apenas formal.
Risco ao povo: MÉDIO.
A democracia socialista é mais democrática que a
representativa — mas, no mundo real, enfrenta contradições, burocratização e resistência das
elites patrimonialistas.
Ameaça externa: O
imperialismo EEUU, o capitalismo global, a extrema-direita.
3.2.3. Democracia comunista
A democracia comunista — no sentido marxista — em teoria seria
a fase superior da democracia: o autogoverno
dos produtores livres e associados. Não haveria Estado, não haveria
classes, não haveria exploração.
Risco ao povo: MÉDIO [potencialmente
MÍNIMO, mas historicamente distorcido preventivamente de propósito pelo império
do norte-capitalista]. O comunismo realmente existente — o do
século XX — muitas vezes degenerou-se obrigatoriamente em autoritarismo
burocrático, preventivamente em consequência da dualidade coercitiva imposta
pelo império capitalista EEUU buscando sua hegemonia imperialista global. A
democracia EEUU é a democracia do império como
alternativa ao Estado Comunista — na qual o poder político é exercido
pelos EUA sobre o mundo, por meio de tarifas, sanções, intervenções militares e chantagens... É a
democracia que não é do povo americano, mas das
corporações em busca de hegemonia — e que trata os outros povos como colônias a
serem espoliadas. Mas o ideal comunista permanece como
horizonte de democracia radical, alternativa de superação ao
maléfico modelo EEUU.
Ameaça externa: O
capitalismo, o imperialismo EEUU, o stalinismo quanto modelo de governança.
3.3. DEMOCRACIAS DE ALTO RISCO AO
POVO
3.3.1. Democracia do povo rico — o governo dos proprietários
A democracia do povo rico é a democracia
censitária de fato — mesmo quando o sufrágio [o voto] é universal. Nela, o
poder político é proporcional ao poder econômico:
i.
Quem financia campanhas elege quem
quer;
ii.
Quem controla a mídia forma e controla a
opinião pública;
iii.
Quem detém o capital pauta as
decisões do Estado.
Essa é a democracia que o Brasil vive: uma
democracia de proprietários, na qual os ricos governam e os pobres apenas neles votam.
Risco ao povo: ALTO. É
a democracia que governa para os ricos — e que
trata os pobres como massa de manobra. Como peso
para a governança estatal.
3.3.2. Democracia das elites — o governo dos "melhores"
A democracia das elites é a democracia
elitista — a crença de que o governo deve ser exercido por uma minoria ilustrada, capaz de
tomar decisões "racionais" e "técnicas". O povo, nessa
concepção, é visto como massa ignorante, obscura, incapaz
de decidir sobre questões ditas “complexas”.
Risco ao povo: ALTO. Essa
é a democracia dos tecnocratas, dos juízes, dos economistas, dos especialistas. É a
democracia que desconfia do povo e concentra o
poder nas mãos de uma elite supostamente preparada.
3.3.3. Democracia dos banqueiros — o governo do capital financeiro
A democracia dos banqueiros é a democracia do
capital financeiro — na qual as decisões econômicas são tomadas fora do
alcance do povo, por instituições como o Banco Central, o FMI, os bancos privados
e os fundos de investimento. Nessa democracia:
i.
O povo não decide sobre
juros, câmbio, política fiscal;
ii.
O povo não controla o
sistema financeiro;
iii.
O povo não participa das decisões
que afetam sua vida econômica.
Risco ao povo: ALTO. É
a democracia que socializa as perdas entre o povo para que
pague, e privatiza para si os lucros — e que, em nome da
"estabilidade", impõe sacrifícios ao povo enquanto protege os
banqueiros.
3.3.4. Democracia do agronegócio — o governo do latifúndio
A democracia do agronegócio é a democracia
dos ruralistas [da UDR do Ronaldo Caiado] — na qual o
poder político é exercido pela bancada ruralista, que
representa os interesses dos grandes proprietários de terra e do agronegócio
exportador. Nessa democracia:
i.
A reforma agrária não avança;
ii.
Os direitos dos povos indígenas e quilombolas são violados;
iii.
O meio ambiente é destruído em nome
do lucro;
iv.
O veneno é liberado sem
controle.
Risco ao povo: ALTO. É
a democracia que não reconhece o povo do campo — e que
trata a terra como mercadoria, não
como território de vida.
3.3.5. Democracia dos Marinho/Rede Globo — o governo da mídia
A democracia dos Marinho é a democracia
midiática — na qual o poder político é exercido pelo controle da
informação. INFORMAÇÃO É PODER muito bem aproveitado pela família Marinho-globo.
Quem controla a mídia controla a narrativa — e
quem controla a narrativa controla o voto/eleitor.
A Rede Globo, como maior conglomerado de mídia do Brasil, exerce
um poder desproporcional:
i.
Define o que é notícia;
ii.
Enquadra os
fatos;
iii.
Silencia vozes
dissonantes;
iv.
Constrói a
imagem dos seus candidatos. E destrói a imagem dos que não são os seus.
Risco ao povo: ALTO. É
a democracia que não é do povo, mas da audiência — e a
audiência é formada pelo que a própria mídia decide mostrar.
3.3.6. Democracia racial — o
mito que esconde o racismo
A democracia racial é um mito fundador do
Brasil — a ideia de que vivemos em uma sociedade sem racismo, na qual brancos,
negros e indígenas convivem em harmonia. Esse mito, construído por Gilberto
Freyre e outros intelectuais, serviu para:
i.
Mascarar a
violência da escravidão;
ii.
Naturalizar a
desigualdade racial; e
iii.
Impedir políticas de reparação.
A democracia racial é a democracia
dos brancos — na qual os negros são cidadãos de
segunda classe, os indígenas são obstáculos ao progresso, e a
igualdade é apenas formal.
Risco ao povo: ALTO. É
a democracia que esconde o racismo — e que
trata negros e indígenas como cidadãos de segunda classe.
3.3.7. Democracia burguesa/capitalista— o governo do capital
A democracia burguesa e capitalista é a democracia do
capital — na qual o poder político é exercido pela classe
dominante, mesmo quando o sufrágio [o voto] é universal. Nessa democracia:
i.
O capital dita as regras;
ii.
O mercado decide os rumos;
iii.
O lucro é o objetivo primeiro;
iv.
O povo são apenas massas de
manobras, mãos de obras barata e consumidores.
Risco ao povo: ALTO. É
a democracia que não é do povo, mas do capital — e que
usa a liberdade como fachada para a exploração ao povo.
3.3.8. Democracia de direita e de extrema-direita — o governo do ódio
A democracia de direita e de extrema-direita é a democracia do
ódio — na qual o poder político é exercido pela mobilização
do medo, do preconceito e
da violência. Nessa
democracia:
i.
O inimigo é inventado [comunistas,
petistas, LGBTQIA+];
ii.
O ódio é cultivado permanentemente;
iii.
A violência é normalizada
e legitimada;
iv.
A democracia é
destruída por dentro.
Risco ao povo: ALTO. É
a democracia que nega a própria democracia — e que
usa as instituições para subvertê-las em benefício próprio.
3.4.
DEMOCRACIAS DE RISCO EXTREMO AO POVO
3.4.1. Democracia da familícia Bolsonaro — o governo da família política criminosa
A democracia da familícia Bolsonaro é a democracia do
clã — na qual o poder político é exercido por uma família política
que transformou o Estado em negócio privado. Nessa
democracia:
i.
A rachadinha é
prática corrente;
ii.
Os milicianos são os aliados;
iii.
Os golpistas são
protegidos;
iv.
Os corruptos/crimes são blindados.
v.
Risco ao povo: EXTREMO.
É a democracia que não é do povo, mas da família — e que
usa o Estado para enriquecer, perseguir,
matar e dominar.
3.4.2. Democracia do Trump
A democracia do Trump é a democracia do
império — na qual o poder político é exercido pelos EUA sobre o
mundo, por meio de tarifas, sanções, intervenções militares e chantagens. É a
democracia que não é do povo americano, mas das
corporações — e que trata os outros povos como colônias.
Risco ao povo: EXTREMO.
É a democracia que subordina o mundo aos
interesses do capital estadunidense.
3.4.3. Democracia Bolsonaro-Trump: a fusão mais perigosa
A fusão entre a democracia Bolsonaro [Brasil]
e a democracia Trump [EUA] é
a forma mais perigosa de democracia —
porque combina:
i.
Nacionalismo religioso ufanista — a
crença de que a nação é escolhida por Deus;
ii.
Militarismo — a
guerra espiritual justifica a violência contra os "inimigos de Deus";
iii.
Hierarquia sagrada — o
homem é o cabeça da família, o pastor é o cabeça da igreja, o político é o
cabeça da nação;
iv.
Exclusivismo — só os
"crentes verdadeiros – dominionistas" têm o direito à cidadania plena;
v.
Negacionismo — a
ciência, os fatos, a história são relativizados em nome da "fé";
vi.
Apocaliptismo — o fim
do mundo está próximo, e é preciso acelerar a vinda do Reino.
Risco ao povo: EXTREMO.
É a democracia que destrói a democracia — e que
instaura uma teocracia autoritária disfarçada
de fé.
IV. A MISTURA BRASILEIRA: QUAL DEMOCRACIA TEMOS?
A democracia brasileira é uma mistura — e é
essa mistura que a torna tão complexa e contraditória.
Temos uma mistura/miscelânea em convulsão/dualidade:
i.
Elementos de democracia representativa —
eleições periódicas, sufrágio [o voto] universal;
ii.
Elementos de democracia elitista — STF,
tecnocratas, "mercado";
iii.
Elementos de democracia do capital —
bancos, agronegócio, mídia;
iv.
Elementos de democracia popular — conselhos,
conferências, movimentos sociais;
v.
Elementos de democracia do ódio —
bolsonarismo, milícias, fanatismo religioso;
vi.
Elementos de democracia indígena e quilombola —
comunidades tradicionais que resistem.
A democracia brasileira é, portanto, uma democracia
híbrida — na qual convivem instituições democráticas e práticas
autoritárias, participação popular e dominação das
elites, direitos conquistados e privilégios
preservados.
V. MINHAS CONSIDERAÇÕES FINAIS SÃO: A DEMOCRACIA QUE QUEREMOS
Domingo, aqui no Brasil, dia 04 de outubro de 2026 é dia da
democracia eleitoral, do voto
A pergunta que fica é: qual democracia queremos?
i.
A democracia do povo rico, que governa
para os ricos?
ii.
A democracia das elites, que governa
para si desconfiando do povo?
iii.
A democracia dos banqueiros, que
subordina tudo ao seu capital?
iv.
A democracia do agronegócio, que destrói
a natureza em busca do lucro?
v.
A democracia da mídia, que
manipula a informação e aliena o povo?
vi.
A democracia racial, que esconde
o racismo?
vii.
A democracia da familícia bolsonaro, que usa o
Estado para ter a liberdade de cometer os seus crimes?
viii.
A democracia do ódio, que destrói
a própria democracia e as relações humanistas entre as pessoas?
ix.
A democracia capitalista, que explora
o povo?
x.
A democracia Bolsonaro-Trump, que
subordina o Brasil aos EUA, como sua principal colônia extrativista?
Ou queremos uma democracia popular, participativa, socialista, do Bem Viver?
A resposta, aqui, não é dada. É construída. E é
construída na luta, na organização, na consciência desperta...
A democracia não é um dado. É uma conquista
continuada/permanente. E como toda conquista, exige coragem, persistência e esperança. A ESPERANÇAR!!
— Porque a democracia que queremos não é a que começa e termina no
dia da eleição. É a que começa e termina em cada dia da vida — na escola, no
trabalho, na comunidade, no território. NAS RELAÇÕES HUMANISTAS.
Agora, cada um, conscientemente, com a/s sua/s democracia/s...
Pesquisas, leituras em profundidades, análises, seleção, elaboração,
adaptação, produção e organização dos parágrafos/textos:
Professor[*] Negreiros, Deuzimar Menezes
e você leitor/a
Em diálogo holístico e transdisciplinar...
Imperatriz [MA], 03 de outubro de 2026
Professor[*] Negreiros, Deuzimar Menezes
∞
Pesquisador Consultor-Analista
e Ministrante de Aulas-Palestras Transdisciplinares em Educação, Meio Ambiente
e Política
∞ Pedagogo, Filósofo e
Rádiojornalista [DRT nº 0772/91-MA]
∞ Pós-Graduado em Docência da
Educação Superior, Gestão e Educação Ambiental, Gestão em Auditoria e Perícia
Ambiental
∞ Especialista em Direito e Legislação
Educacional
∞ Diretor-Presidente e Fundador da
Fundação Brasil de Fomento à Educação Ambiental e Humanística
∞ Imperatriz/MA, São
Miguel/TO – Reserva EcoFloresta Lagoa da Onça – setembro de 2026
Contatos:
prof.negreiros@gmail.com
fundacaobrasileducacional@gmail.com
[99] 98154-0899 – WhatsApp
http://professornegreiros.blogspot.com.br/
________
[*] “Professor não “dá aula/s”. Portanto, Professor
não é quem “dá aula/s”, quem ministra aulas. Morfológica e Etimologicamente,
Professor [de Professo.... Professar...] é quem Professa; Profetiza;
Profere..., e Proclama Conhecimento, Saber/dor/ia!! Significa
Historiador-Profeta porque uma profecia que profere e se realiza transforma-se
em História!!” – Prof. Negreiros/Deuzimar Menezes Negreiros – Consultor
Transdisciplinar em Educação, Meio Ambiente e Política...