quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Alerta Máximo...

 ALERTA MÁXIMO!!

– ESTAMOS ÀS VÉSPERAS DE SERMO COMO UMA IRLANDA DIVIDIDA: A TEOLOGIA DO DOMÍNIO E A MARCHA SILENCIOSA PARA A DITADURA TEOCRÁTICA NO BRASIL

Por Professor[] Negreiros, Deuzimar Menezes – Rádiojornalista, DRT nº 0772/91-MA – Pesquisador Consultor-Analista e Ministrante de Aulas-Palestras Transdisciplinares em Educação, Meio Ambiente e Política, em diálogo holístico e transdisciplinar...

 

 

I. ALERTA MÁXIMO E PEDIDO AO PRESIDENTE LULA

Em seu 4º mandato, por favor, não indique nenhum ministro protestante [crente/evangélico] ao STF.

Não se trata de discriminação religiosa. Trata-se de reconhecimento de um perigo real e documentado. A história recente do Brasil demonstra que a indicação de ministros comprometidos com a Teologia do Domínio ao Supremo Tribunal Federal resultou em subversão institucional por dentro da própria Corte.

 

André Mendonça é a prova. Indicado por Jair Bolsonaro como o "terrivelmente evangélico", ele transformou sua cadeira no STF em trincheira do bolsonaro/ismo, em cavalo de Troia [vírus] do golpismo, em instrumento de perseguição aos que defendem a democracia religiosamente laica.

 

O pedido, portanto, não é contra evangélicos. É contra dominionistas escatológicos*. É contra quem confunde o Reino de Deus com o poder dos homens. É contra quem usa a fé como arma de dominação.

 

O *dominionismo escatológico, ou Teologia do Domínio, é uma crença religiosa que ensina que os cristãos têm o dever de assumir o controle da política, das leis e da cultura do mundo antes que Jesus Cristo volte à Terra.

 

E como isso funciona!?

  1. Na visão do fim dos tempos: Difere das visões que esperam o mundo piorar até o fim. Defende que a igreja deve organizar e governar a sociedade primeiro.
  2. Ação na sociedade: Os seguidores buscam ocupar cargos de poder no governo, na justiça, nas escolas e na mídia para impor seus valores.
  3. Origem: O movimento cresceu nos Estados Unidos na segunda metade do século XX e hoje influencia grupos conservadores na América Latina e no Brasil.

 

Principais ideias

  1. Interpretação de Gênesis: Usa o texto bíblico do "domínio sobre a terra" como um mandado político para governar os povos.
  2. Batalha espiritual: Enxerga a política e a cultura como uma guerra contra ideias contrárias à sua visão de fé.

 

É bom procurar saber como se explica sobre:

     vi.            A relação com o pós-milenismo e

  1. A influência na política atual pelo o mundo ocidental controlado pelos EEUU.

 

 

II. O PERIGO MACABRO/MORTAL QUE RONDA O BRASIL

Há um perigo que ronda o Brasil. Ele não anda armado. Não usa farda. Não invade casas de madrugada. Ele entra pelas igrejas, pelas escolas, pelo judiciário, pelas redes sociais, pelos púlpitos, pelas famílias. Ele fala em nome de Deus. Deus de Israel. De Israel e de mais ninguém! E, por isso mesmo, é quase impossível de combater.

 

Esse é o perigo que se chama de Teologia do Domínio.

 

Tenho alertado, chamado a atenção, com a lucidez de quem observa o Brasil há sete décadas, para a gravidade do problema. E, nos dias atuais, junto e misturado a ela, tem-se o bolsonarismo, que é muito pior do que podemos pensar e falar.

 

Teologia do Domínio e bolsonarismo, juntos e misturados, não são apenas um fenômeno político. São uma máquina de atrofiamento e condicionamento de mentes, operada por uma teologia que:

         i.            Promete o céu a uns e entrega o inferno a outros;

        ii.            Prega a liberdade a uns e impõe a servidão de todos a uma única religião;

      iii.            Anuncia a salvação seletiva e produz a punição pela ditadura teocrática.

 

 

III. O QUE É, ENTÃO, A TEOLOGIA DO DOMÍNIO?

3.1. Definição e origem

A Teologia do Domínio [ou Dominionismo] é um movimento teológico que defende que os cristãos, sob o manto da teologia do domínio, têm o mandato divino de dominar todas as esferas da sociedade — política, justiça, economia, educação, cultura, mídia — para estabelecer o "Reino de Deus" na Terra.

 

Sua base bíblica é uma interpretação literal de Gênesis 1:28: "Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo animal que se move sobre a terra."

 

Para os dominionistas, esse "domínio" não se limita à natureza. Estende-se a todas as instituições humanas. O governo civil, dizem, existe para implementar as leis de Deus. E, se o governo não o faz, os cristãos da teologia do domínio têm o dever de tomá-lo para fazê-lo.

 

3.2. A base teológica: Rousas Rushdoony e a Reconstrução Cristã

A Teologia do Domínio tem raízes no pensamento do teólogo calvinista Rousas John Rushdoony [1916-2001], fundador da Teologia da Reconstrução Cristã. Rushdoony defendia que a lei mosaica [do Antigo Testamento] deveria ser a base da legislação civil — incluindo penas como apedrejamento por adultério, morte por homossexualidade e escravidão como instituição divina.

 

Embora Rushdoony nunca tenha sido popular no Brasil, suas ideias penetraram o neopentecostalismo brasileiro por meio de autores como Rene Terranova e Gary North, traduzidos e distribuídos por editoras evangélicas.

 

3.3. A penetração no Brasil: o neopentecostalismo e a Teologia da Prosperidade

A Teologia do Domínio encontrou no Brasil terreno fértil no neopentecostalismo — especialmente nas igrejas que pregam a Teologia da Prosperidade e a Guerra Espiritual.

A Teologia da Prosperidade ensina que Deus quer que os fiéis sejam ricos — e que a pobreza é sinal de falta de fé. A Guerra Espiritual ensina que os crentes estão em batalha contra demônios que controlam as instituições — e que é preciso conquistá-las para Cristo.

 

Juntas, essas duas teologias criam o caldo de cultura perfeito para o dominionismo: riqueza como bênção divina e poder como mandato celestial.

 

3.4. O alerta que faço desde os anos 80

Tenho feito, desde os anos 80 do século passado, alertas, chamado a atenção para o risco que é o projeto dominionista. Naquela época, não me ouviam. Hoje, o projeto está em marcha — e ameaça consumar-se.

 

Pesquisas acadêmicas recentes têm exposto como essas crenças operam na sociedade brasileira, particularmente no judiciário e, especificamente, no Legislativo, onde parlamentares evangélicos atuam para implementar pautas que refletem sua cosmovisão dominionista.

 

Uma delas: a de que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo, não da santa padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida.

 

3.5. O caso da plenária do STF de 30 de setembro de 2026

Sobre o assunto, ontem [30/09/2026] a plenária do STF demonstrou não existir objetividade, nem subliminaridade, na língua portuguesa, do ponto de vista da interpretação dominionista.

 

Esconderam uma verdade criminalizando-a, chamando-a de mentira, notícia falsa, fake news. Uma fala nunca dita pelo candidato extremista da familícia — essa a interpretação oficial imposta agora pelo STF/TSE.

 

Portanto, dizer que "o Brasil passará a ser de Jesus Cristo [evangélico]" não é querer dizer que não seja da Nossa Senhora Aparecida católica. Com isso, fica a plenária do STF/TSE do lado do falso crente/evangélico de que ele nunca falou o que falou: o Brasil passar a ser do Sr. Jesus Cristo [evangélico] e não da católica padroeira do Brasil, a Nossa Senhora Aparecida.

 

Mas de modo objetivo e subliminar, falou sim. É só ter a capacidade mental de inferir no que se diz e escreve sobre o assunto.

 

3.6. A referência bibliográfica: The Battle Among the Gods

O livro The Battle Among the Gods [A Batalha Entre os Deuses], de André Castro, explora justamente essa transição: do declínio da Teologia da Libertação — que via Deus ao lado dos pobres — para a ascensão da nova extrema-direita religiosa — que vê Deus ao lado dos poderosos.

 

A obra analisa como a teologia da prosperidade e a guerra espiritual substituíram a opção preferencial pelos pobres, transformando as igrejas em agências de poder [dos poderosos] e os fiéis em massa de manobra.

 

 

IV. A FUSÃO COM O BOLSONARISMO: O CRISTOFASCISMO

4.1. Simbiose estratégica

A Teologia do Domínio não é apenas uma crença religiosa. É um projeto político de dominação teocrática na terra. O bolsonarismo no Brasil e o trumpismo nos EUA são seu veículo de concretização do projeto...

 

No Brasil, a relação entre igreja evangélica e bolsonarismo é estreita e estratégica. Não se trata apenas de apoio eleitoral. Trata-se de uma simbiose:

 

A Igreja fornece —Base de massa obscura, volúvel e manobrável

O Bolsonarismo fornece —Poder estatal

A Igreja fornece —Discurso moralista

O Bolsonarismo fornece —Proteção jurídica

A Igreja fornece —Legitimidade divina na terra

O Bolsonarismo fornece —Implementação das pautas

 

Uma delas: o Brasil é de Jesus — e não de Nossa Senhora. É o que se subentende objetiva e subliminarmente. E parte dominante no STF/STE NEGA. Negacionismo jurídico sendo legalizado.

 

4.2. A simbiose nos EEUU: Trump e a direita cristã

Nos Estados Unidos, a simbiose entre Trump e a direita cristã [Christian Right] é ainda mais antiga e consolidada. Desde os anos 1980, com a Moral Majority de Jerry Falwell, a direita religiosa americana se organizou para tomar o Partido Republicano e, por meio dele, transformar a América em uma nação cristã.

 

Trump, embora não seja pessoalmente religioso, capitalizou esse movimento. Em troca de apoio, prometeu:

 

         i.            Indicar juízes antiaborto [o que cumpriu, com a nomeação de três ministros da Suprema Corte que derrubaram Roe v. Wade];

        ii.            Proteger a liberdade religiosa [leia-se: o direito de discriminar em nome da fé];

      iii.            Defender Israel incondicionalmente [cumprindo a agenda escatológica do dominionismo].

 

4.3. O cristofascismo: definição e características

O resultado da fusão entre cristianismo [distorcido] e fascismo [disfarçado de fé] é o que os estudiosos chamam de cristofascismo.

 

Características do cristofascismo:

1.      Culto ao líder — o político é visto como enviado de Deus, profeta, salvador;

2.      Nacionalismo religioso — a nação é vista como escolhida por Deus, com destino manifesto;

3.      Militarismo — a guerra espiritual justifica a violência contra os "inimigos de Deus";

4.      Hierarquia sagrada — o homem é o cabeça da família, o pastor é o cabeça da igreja, o político é o cabeça da nação;

5.      Exclusivismo — só os "crentes verdadeiros" têm direito à cidadania plena;

6.      Negacionismo — a ciência, os fatos, a história são relativizados em nome da "fé";

7.      Apocaliptismo — o fim do mundo está próximo, é preciso acelerar a vinda do Reino.

 

 

V. O CONDICIONAMENTO DAS MENTES: COMO O DOMINIONISMO OPERA

5.1. A linguagem objetiva e subliminar

A Teologia do Domínio opera em dois níveis:

Nível objetivo: O discurso explícito. "Deus quer que os cristãos governem." "O Brasil é do Senhor Jesus." "Precisamos tomar as escolas para Cristo." "O comunismo é demoníaco."

Nível subliminar: O condicionamento implícito. A repetição incessante de que o mundo está dividido entre nós [crentes, salvos, escolhidos] e eles [ímpios, comunistas, demoníacos]. A construção de uma identidade de guerra — onde o outro não é adversário, mas inimigo de Deus. A promessa de que a obediência ao líder, à autoridade terreno [pastor, político] é obediência a Deus.

 

5.2. A massa volúvel e manobrável

A crença religiosa, quando transformada em ideologia política, torna os fiéis fanáticos, volúveis e manobráveis. Sua adesão não se baseia em razão, mas em emoção; não em análise, mas em fé; não em evidências, mas em autoridade.

 

E quem controla o discurso religioso controla o voto/eleitor.

 

5.3. O fanatismo como produto final

O fanatismo é o estágio final do condicionamento. O fanático não pensa — obedece. Não questiona — crê. Não duvida — defende. Não vê o mundo como ele é — vê o mundo como lhe foi dito que é.

 

O fanático bolsonarista não vê o seu político como um corrupto, mentiroso, genocida. Vê n’ele um profeta perseguido. Não vê um golpista. Vê um salvador. Não vê um criminoso. Vê um mártir.

 

Por isso, como já afirmei: "Flávio Bolsonaro pode sair assantando e matando crianças, idosos, mulheres... até o dia antes das eleições, que mesmo assim ele terá seus 30 e poucos por cento de seus votos."

 

A fé cega não se abala com fatos. Ela os reinterpreta para confirmar sua crença.

 

 

VI. A REDE GLOBO E O CONDICIONAMENTO CULTURAL

A Rede Globo, como sempre, é o instrumento de cultura norte-americano no Brasil para convencimento das mentes se manterem colônias dos EEUU.

 

6.1. A Globo como instrumento de dominação cultural

A Globo é o maior conglomerado de mídia do Brasil, com presença em TV, rádio, internet, jornais, revistas, cinema e música. Sua programação é transmitida para quase todo o território nacional e para mais de 100 países. Nenhum outro grupo midiático no Brasil tem esse alcance. E poder midiático.

 

6.2. A dependência econômica

A Globo não é apenas um veículo de comunicação. É uma empresa capitalista que depende de publicidade para sobreviver financeiramente. E quem anuncia na Globo? As grandes empresas — o agronegócio, a indústria, bancos, varejo. As mesmas empresas que financiam campanhas políticas de direita.

 

Em 2024, o faturamento do grupo caiu para R$ 16,4 bilhões — quase metade do que era em 2014. A crise econômica do grupo o torna ainda mais dependente de aliados políticos que possam garantir publicidade estatal e benefícios regulatórios.

 

6.3. A homogeneização do discurso

A Globo não precisa impor uma ideologia explícita. Basta homogeneizar o discurso. Ao apresentar o bolsonaro/ismo como uma opção política "legítima", ao tratar o golpismo como "debate democrático", ao silenciar as vozes críticas, a Globo normaliza o anormal e legitima o ilegítimo.

 

E, ao fazer isso, ela condiciona as mentes — não pela força, mas pela repetição. Não pela imposição, mas pela naturalização.

 

 

VII. O PERIGO DA DITADURA TEOCRÁTICA

7.1. O que está em jogo

Creio que 2/3 das mentes dos brasileiros já estejam condicionadas para conviver na ditadura bolsonara-teocrática da teologia do domínio.

 

Se isso é verdade — e há evidências de que é —, o Brasil está a um passo de se tornar uma teocracia autoritária. Não uma teocracia no sentido tradicional [um Estado governado por sacerdotes], mas uma teocracia de massas — onde a maioria da população aceita ser governada por líderes que se dizem enviados de Deus, e onde a lei divina [interpretada por esses líderes] substitui a lei civil.

 

7.2. O que isso significa na prática

Em uma ditadura teocrática bolsonarista:

         i.            A laicidade do Estado seria abolida — a religião seria imposta como política pública;

        ii.            A liberdade religiosa seria restrita — apenas a "religião verdadeira" [a dos dominadores] seria tolerada;

      iii.            Os direitos humanos seriam subordinados à "lei de Deus" — mulheres, LGBTQIA+, indígenas, quilombolas, todos os que não se enquadram na moral dominante seriam perseguidos;

      iv.            A educação seria catequese — não formação de cidadãos, mas formação de fiéis;

        v.            A ciência seria negada — em nome da "fé";

      vi.            A democracia seria uma farsa — eleições sem escolha real, oposição criminalizada,  imprensa controlada.

 

7.3. O paralelo com a Irlanda do Norte

A Irlanda do Norte viveu, entre 1968 e 1998, um conflito sectário entre católicos e protestantes que deixou mais de 3.500 mortos. O conflito não era apenas religioso — era político, econômico e identitário. Mas a religião serviu como marcador de pertencimento e justificativa para a violência.

 

O Brasil está a caminho de uma situação semelhante. A diferença é que, no Brasil, a Teologia do Domínio não é apenas uma identidade sectária — é um projeto de poder. E esse projeto está infiltrado em todos os níveis do/no Judiciário, no Legislativo, no Executivo, nas escolas, nas igrejas, nas famílias.

 

Estamos às vésperas de sermos uma Irlanda dividida em uma guerra civil entre católicos e protestantes/evangélicos dominionistas.

 

VIII. MINHAS CONSIDERAÇÕES FINAIS SÃO: O QUE FAZER?

O bolsonaro/ismo é um projeto de poder monárquico-religioso muito pior do que podemos pensar e falar. E a Teologia do Domínio é a religião alma desse projeto — a força que o torna tão difícil de combater, porque não se combate fé com fatos.

 

Mas há caminhos. E eles passam por:

8.1. Denunciar a fusão entre religião e política

Não se trata de atacar a fé. Trata-se de denunciar o sequestro da fé por um projeto de poder. A Teologia do Domínio não é cristianismo — é idolatria do poder. E os cristãos que realmente seguem o Evangelho devem ser os primeiros a denunciá-la.

 

8.2. Fortalecer a laicidade do Estado

A laicidade não é inimiga da religião. É garantia de que todas as religiões possam coexistir em paz. Sem laicidade, a religião do poder se torna a religião oficial — e todas as outras são criminalizadas, proibidas e perseguidas.

 

8.3. Educar para o pensamento crítico

A única vacina contra o fanatismo é a educação crítica. Uma educação que ensine a duvidar, a questionar, a pensar por si mesmo. Uma educação que não forme fiéis, mas cidadãos.

 

8.4. Construir redes de resistência

Nenhuma luta se vence sozinho. É preciso articular as resistências — igrejas progressistas, movimentos sociais, universidades, sindicatos, comunidades de base — em uma frente ampla contra a teocracia bolsonarista.

 

8.5. Manter a esperança

Afirmo que 2/3 das mentes brasileiras já estão condicionadas. Pode ser. Mas 1/3 ainda resiste. E, na história, minorias conscientes já mudaram o mundo.

 

A luta é difícil. Mas não é impossível...

 

8.6. O pedido final ao Presidente Lula

Presidente, em seu 4º mandato, por favor, não indique nenhum ministro protestante [crente/evangélico] ao STF.

 

Não por discriminação. Mas por prudência. Por responsabilidade. Por amor ao Brasil.

 

O STF não é lugar para pastores. É lugar para juristas. Não é lugar para ungidos/profetas. É lugar para juízes. Não é lugar para dominionistas. É lugar para guardiões da Constituição.

 

Que o Presidente Lula ouça este alerta. Que o Brasil seja salvo da teocracia. Que a democracia prevaleça.

 

— Porque a fé verdadeira não escraviza: liberta. E a liberdade é o dom mais precioso que Deus deu à humanidade.

 

Assina o alerta-pedido:

Professor[*] Negreiros, Deuzimar Menezes

Rádiojornalista, DRT nº 0772/91-MA

Pesquisador Consultor-Analista e Ministrante de Aulas-Palestras Transdisciplinares em Educação, Meio Ambiente e Política

Em diálogo holístico e transdisciplinar com você, leitor/a

Imperatriz [MA], 01 de outubro de 2026

 

Contatos:
prof.negreiros@gmail.com – fundacaobrasileducacional@gmail.com – [99] 98154-0899 – WhatsApp

 

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[*] “Professor não “dá aula/s”. Portanto, Professor não é quem “dá aula/s”, quem ministra aulas. Morfológica e Etimologicamente, Professor [de Professo.... Professar...] é quem Professa; Profetiza; Profere..., e Proclama Conhecimento, Saber/dor/ia!! Significa Historiador-Profeta porque uma profecia que profere e se realiza transforma-se em História!!” – Prof. Negreiros/Deuzimar Menezes Negreiros – Consultor Transdisciplinar em Educação, Meio Ambiente e Política...

∞ Muy Gracias por leernos

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