quarta-feira, 16 de setembro de 2026

 A IMPRENSA BRASILEIRA E O VÍRUS DO GOLPE NO STF — ANÁLISE DA COBERTURA DO CASO VORCARO-MORAES E A DEFESA DE ANDRÉ MENDONÇA

_∞ Por Professor[*] Negreiros Deuzimar Menezes – Rádiojornalista, DRT nº 0772/91-MA – Pesquisador Consultor-Analista e Ministrante de Aulas-Palestras Transdisciplinares em Educação, Meio Ambiente e Política

 

 

I. A IMPRENSA QUE TEM LADO

A imprensa brasileira, notadamente o Grupo Globo e seus parceiros/concorrentes, demonstrou mais uma vez, na cobertura da crise entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, que não é imparcial, não é isenta, não está do lado do Brasil.

Está do lado do golpe.

A análise da cobertura jornalística das 52 mensagens de Daniel Vorcaro a Alexandre de Moraes, e da defesa que a grande mídia faz de André Mendonça, revela um padrão de manipulação editorial que visa:

1.      Desqualificar Moraes — o principal algoz do bolsonarismo no Judiciário;

2.      Proteger Mendonça — o "terrivelmente evangélico" que atua como agente/vírus do bolsonarismo dentro do STF;

3.      Criar o ambiente político para a anulação do caso Master e, por extensão, para a soltura do envolvidos e a reabilitação da extrema-direita.

 

Esta análise responde às indagações que aqui faço, com base nos fatos documentados e na interpretação jurídica e política que se impõe.

 

I. A COBERTURA DO CASO VORCARO-MORAES — O QUE A IMPRENSA DIZ E O QUE ESCONDE

I.1. O que são as 52 mensagens?

Segundo relatório da Polícia Federal, Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, enviou 52 mensagens a um contato salvo no celular como "Alexandre de Moraes BRASILIA". As mensagens foram extraídas do celular de Vorcaro, apreendido quando de sua prisão em novembro de 2025.

 

O conteúdo das mensagens revela um banqueiro desesperado, buscando ajuda de Moraes para evitar a prisão e a liquidação de seu banco:

a.        "Estamos juntos desde sempre. Você sabe que tenho gratidão da minha vida a você";

b.       "Acha que segunda já tenho que estar fora?";

c.        "Não conseguimos reverter isso com o Paulo ou Andrei?";

d.       "Se o Andrei conseguir atrasar para outra semana, pois tem feriado, o banco não quebra. Tenta chamar ele e sensibilizar isso se achar possível".

 

I.2. A defesa de Moraes — O que a imprensa minimiza

A defesa de Alexandre de Moraes, apresentada ao STF, contesta a interpretação da PF de forma contundente:

1.      47 das 52 mensagens não eram mensagens — Eram anotações no bloco de notas do iPhone, não enviadas por WhatsApp. A PF as associou a supostos diálogos por proximidade temporal, sem comprovar que foram efetivamente enviadas;

2.      Não há resposta de Moraes — O relatório recuperou apenas mensagens enviadas por Vorcaro. Não há uma única mensagem de autoria do ministro;

3.      O relatório é apócrifo e sem valor probatório — O próprio documento se classifica como "sem valor probatório";

4.      A motivação é vingança — Moraes classifica a ofensiva como "vingança dos aliados daqueles que tentaram acabar com a Democracia e o Estado de Direito e foram condenados pelo STF".

 

I.3. O que a imprensa não destaca

A grande mídia não destaca que:

a.        O relatório foi produzido a pedido de André Mendonça, não da PGR;

b.       O documento não tem assinatura, não tem timbre, não tem autoria;

c.        A PGR já pediu a anulação do procedimento de Mendonça contra Moraes, por extrapolação de sua atuação como juiz;

d.       O próprio Moraes afirma que nunca julgou processos do Banco Master ou de Vorcaro.

 

II. A DEFESA DE ANDRÉ MENDONÇA PELA IMPRENSA — O QUE SE ESCONDE

II.1. O que a imprensa esconde sobre Mendonça

Enquanto a grande mídia trata Alexandre de Moraes como "réu" por ter sido contatado por Vorcaro, esconde/ignora o lado oculto e tenebroso de André Mendonça:

1.      Indicado por Bolsonaro — Mendonça foi nomeado ao STF por Jair Bolsonaro, o mesmo que tentou dar um golpe de Estado;

2.      Age "em causa própria" — O ministro Flávio Dino afirmou que Mendonça decidiu sobre um caso em que ele próprio é parte interessada;

3.      Mantém sigilo sobre Flávio Bolsonaro — O inquérito do caso Dark Horse, que envolve o candidato Flávio Bolsonaro, permanece sob sigilo na relatoria de Mendonça;

4.      Quebrou sigilo contra Moraes em 24 horas — Enquanto mantém sob sigilo o caso de Flávio, expôs Moraes em tempo recorde;

5.      Afastou o diretor da PF — Decidiu sozinho, sem ouvir a PGR, afastar Andrei Rodrigues e Leandro Almada, paralisando investigações que atingem o bolsonarismo.

 

II.2. A PGR e a nulidade do ato de Mendonça

A Procuradoria-Geral da República sustenta que Mendonça extrapolou sua atuação como juiz ao "mirar" as investigações contra um alvo determinado, e que deveria ter submetido a questão ao plenário da Corte antes de determinar a apuração inicial sobre Moraes e Vorcaro.

II.3. O paralelo com a Lava Jato

As acusações de ilegalidade contra Mendonça lembram o desmantelamento da Lava Jato após o vazamento de conversas entre Deltan Dallagnol e Sergio Moro, em 2019. Depois disso, o STF considerou que Moro não agiu com imparcialidade e anulou uma série de processos criminais, incluindo as “condenações” de Lula.

Para a criminalista Marina Coelho, a reação de Moraes tem clara intenção de buscar a ampla anulação do caso Master, ao colocar um ponto de interrogação na Operação Compliance Zero. "Ele escolheu, na defesa dele, o ataque. No fundo, a defesa que ele pode fazer é uma defesa de nulidade".

 

III. RESPONDO AS INDAGAÇÕES QUE AS FAÇO

Indagação 1: A investigação de Mendonça sobre Moraes é inconstitucional e ilegal? É uma vingança?

Respondo sim, há fortes indícios de ilegalidade e desvio de finalidade.

1.      A PGR pediu a nulidade do procedimento de Mendonça por extrapolação de sua atuação como juiz;

2.      Mendonça agiu em causa própria — decidiu sobre um caso em que ele próprio é mencionado em relatórios;

3.      O relatório que embasa a acusação contra Moraes é apócrifo e sem valor probatório;

4.      A motivação é política — visa desgastar Moraes às vésperas das eleições, com a intenção de atingir com isso a candidatura de LULA.

 

A "vingança" não é uma metáfora. É a retribuição dos aliados de Bolsonaro contra o ministro que o condenou.

 

Indagação 2: Por que a Globo trata Moraes subliminarmente como réu?

Porque a Globo tem lado — o lado do golpe. Ao tratar Moraes como "réu" por ter sido contatado por Vorcaro, a emissora:

1.      Iguala o ministro que combateu o bolsonarismo ao banqueiro corrupto;

2.      Desvia de propósito o foco do fato de que não há respostas de Alexandre de Moraes nas mensagens;

3.      Prepara o terreno para a anulação do caso Master e a reabilitação de Vorcaro e de Bolsonaro.

 

Indagação 3: Por que a Globo trata Mendonça como insuspeito, "reto" e esconde seu lado tenebroso?

Porque Mendonça é o agente/vírus do bolsonarismo no STF. Ao tratá-lo como não-suspeito, "reto", a Globo:

1.      Legitima sua atuação parcial;

2.      Esconde que ele foi indicado por Bolsonaro;

3.      Ignora que ele age "em causa própria";

4.      Silencia sobre o sigilo que mantém no caso Flávio Bolsonaro.

 

Indagação 4: Só Moraes foi contatado por Vorcaro?

Não. O relatório da PF indica que Vorcaro acionou autoridades dos Três Poderes para tentar contornar sua situação. No entanto, a imprensa foca exclusivamente em Moraes, ignorando os demais contatos. Alguns deles: o próprio Ministro Andre Mendonça, ao Ministro Dias Toffoli, ao Ex-ministro Fábio Faria, ao Deputado Nikolas Ferreira, ... E com quem Vorcaro não chegou a manter contato no STF? A resposta, silenciada, é reveladora.

 

Indagação 5: A origem do método de Vorcaro

O método de Vorcaro — contatar autoridades, pedir favores, oferecer contrapartidas — é o modus operandi clássico do capitalismo brasileiro: a captura do Estado pelo poder econômico. Ele aprendeu com os banqueiros, empreiteiros e empresários que sempre fizeram isso no Brasil. A novidade é que Vorcaro foi pego.

 

Indagação 6: Em quem não se deve confiar no STF?

Não se deve confiar em André Mendonça. Sua trajetória é marcada por:

1.      Indicação por Bolsonaro;

2.      Atuação "em causa própria" na defesa explicita de quem lhe indicou ao STF;

3.      Sigilo seletivo [Flávio Bolsonaro protegido, Moraes exposto];

4.      Decisões que paralisam investigações contra o bolsonarismo.

 

O caso de Mendonça é semelhante ao de Sergio Moro na Lava Jato: um juiz que se tornou agente político de um projeto de poder, e que acabou por desmoralizar a própria instituição que à época representava.

 

IV. MINHAS CONSIDERAÇÕES FINAIS — A IMPRENSA E O VÍRUS DO GOLPE

A imprensa brasileira, notadamente o Grupo Globo, não é vítima do vírus do golpe — ela é vetor.

 

Desde 1964, quando apoiou o golpe militar, passando pelo impeachment de Dilma Rousseff, pela Lava Jato e pela prisão de Lula, a Globo sempre esteve do lado do golpe. Agora, na crise entre Moraes e Mendonça, ela revela seu lado mais uma vez: o lado do bolsonarismo, o lado da extrema-direita, o lado daqueles que tentaram destruir a democracia brasileira.

 

O que está em jogo não é apenas a reputação de um ministro. É a sobrevivência da democracia brasileira. E a imprensa, que deveria ser a guardiã da verdade, se tornou a principal arma da mentira.

 

— A imprensa que tem lado não é imprensa: é partido. E um partido que se disfarça de jornalismo é a mais perigosa das fraudes.

 

_∞ Professor[*] Negreiros, Deuzimar Menezes

_∞ Pesquisador Consultor-Analista e Ministrante de Aulas-Palestras Transdisciplinares em Educação, Meio Ambiente e Política

_∞ Pedagogo, Filósofo e Rádiojornalista [DRT nº 0772/91-MA]

_∞ Pós-Graduado em Docência da Educação Superior, Gestão e Educação Ambiental, Gestão em Auditoria e Perícia Ambiental

_∞ Especialista em Direito e Legislação Educacional

_∞ Diretor-Presidente e Fundador da Fundação Brasil de Fomento à Educação Ambiental e Humanística

_∞ Imperatriz [MA], 16 de setembro de 2026

 

Contatos:
prof.negreiros@gmail.com
fundacaobrasileducacional@gmail.com
[99] 98154-0899 – WhatsApp

 

 

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[*] “Professor não “dá aula/s”. Portanto, Professor não é quem “dá aula/s”, quem ministra aulas. Morfológica e Etimologicamente, Professor [de Professo.... Professar...] é quem Professa; Profetiza; Profere..., e Proclama Conhecimento, Saber/dor/ia!! Significa Historiador-Profeta porque uma profecia que profere e se realiza transforma-se em História!!” – Prof. Negreiros/Deuzimar Menezes Negreiros – Consultor Transdisciplinar em Educação, Meio Ambiente e Política...

_∞ Muy Gracias por leernos

AVISO PROFÉTICO

 

UM AVISO PROFÉTICO FACTÍVEL

ao candidato de esquerda, da demo-cracia, progressista

de quem sabe o que estar avisando...

_∞ Por Professor[*] Negreiros Deuzimar Menezes – Rádiojornalista, DRT nº 0772/91-MA – Pesquisador Consultor-Analista e Ministrante de Aulas-Palestras Transdisciplinares em Educação, Meio Ambiente e Política

 

A análise que faço é um aviso profético — e, como todo aviso profético, ele não é um exercício de adivinhação, mas uma leitura racional da realidade a partir de sinais que já estão postos. Não estou especulando sobre o futuro; estou lendo em profundidade o presente e projetando suas consequências. E o que o leio é aterrador.

 

 

ANÁLISE DO AVISO: A PREVISÃO QUE SE FUNDAMENTA NA HISTÓRIA

 

I. A TESE CENTRAL

Afirmo:

"Deputados e senadores do campo da esquerda, da democracia, progressistas que forem eleitos em 4 de outubro de 2026, sem que LULA seja — porque pedem votos para si e esquecem de pedir votos para LULA — todos serão cassados pela extrema-direita, muitos exilados, outros presos e demais torturados e mortos. FATO previsível."

 

A tese se desdobra em três partes:

1.      A dinâmica eleitoral: Candidatos do campo da esquerda, da democracia, progressistas que fazem campanha apenas para si, sem vincular sua eleição à de LULA, enfraquecem a chapa presidencial e, paradoxalmente, cavam a própria cova;

2.      A consequência política: Sem LULA na Presidência, a extrema-direita terá controle total do aparato estatal — e usará esse controle para cassar, perseguir e eliminar seus adversários;

3.      O projeto de poder: A instalação de uma colônia-ditadura sob tutela dos “EUA”, comandada pelo clã Bolsonaro, herdeiro do Esquadrão da Morte Le Cocq, e legitimada por uma teologia do domínio que transforma o Deus do Antigo Testamento em um deus escatológico purificador que justifica o extermínio dos "impuros".

 

 

II. O QUE ESTOU AVISANDO — E POR QUE É VERDADE

1. O erro tático dos candidatos do campo da esquerda, da democracia, progressistas

Aponto um erro estratégico fatal: candidatos de esquerda, da democracia, progressistas que pedem votos para si, mas não pedem votos para LULA.

 

Isso não é um detalhe. É a diferença entre a vitória e a derrota. Em eleições proporcionais, o quociente eleitoral — o número mínimo de votos que um partido ou federação precisa para eleger um deputado — depende do desempenho coletivo. Se os candidatos de esquerda, democratas, progressistas não puxam votos para a chapa presidencial, enfraquecem o conjunto — e podem não atingir o quociente para eleger seus próprios representantes.

 

Pior: ao não vincular sua campanha à de LULA, desmobilizam o eleitorado que votaria no PT e nos partidos aliados por causa do presidente. O resultado é um duplo prejuízo: perdem votos para si e para o campo.

 

2. A "guilhotina" da extrema-direita

Advirto que, sem LULA, a extrema-direita cassará os eleitos de esquerda, da democracia, progressistas.

 

A história respalda esse aviso. Em 2016, o golpe contra Dilma Rousseff foi seguido pela cassação de aliados, pela perseguição a lideranças e pela prisão de LULA — tudo com o objetivo de inviabilizar a esquerda e entregar o poder à direita.

 

Em um cenário sem LULA na Presidência, com o Congresso dominado pela extrema-direita e um STF pressionado, a cassação de mandatos se tornaria a regra, não a exceção. Não estou exagerando — estou lendo o roteiro que já foi escrito.

 

3. O projeto de ditadura monárquica-teocrática do clã bolsonaro

Identifico a matriz ideológica do projeto bolsonarista: a teologia do domínio.

 

Essa corrente teológica, difundida por setores neopentecostais, prega que os cristãos devem dominar as instituições políticas e culturais, submetendo a sociedade à "lei de Deus". É uma teologia de conquista, que legitima a violência em nome de um projeto divino.

 

A descrevo como uma "teologia do domínio, justificando as mortes da ditadura monárquica-teocrática em nome de um deus escatológico purificador apresentado no velho/antigo testamento". Isso é preciso: o Deus do Antigo Testamento, em sua face mais severa, é invocado para justificar o extermínio dos "inimigos" — os comunistas, os esquerdistas, os democratas, progressistas, os "ímpios"...

 

Essa é a ideologia oficial do necrobolsonarismo — e é o que estou denunciando.

 

 

III. O QUE PODE SER FEITO — PROPOSIÇÕES EXECUTÁVEIS

O aviso que faço não é um exercício de fatalismo. É um chamado à ação. Aponto para o que pode ser feito para evitar o desastre que prevejo:

1.      Unificar a campanha: Candidatos de esquerda, democratas, progressistas precisam vincular explicitamente sua eleição à de LULA. Cada voto para um deputado ou senador de esquerda, democrata, progressista deve ser um voto para LULA — e vice-versa. A campanha precisa ser coletiva, não individualista.

2.      Mobilizar a base: O eleitorado de esquerda, democrata, progressista precisa ser mobilizado — não apenas para votar, mas para defender a democracia contra o golpe que se anuncia.

3.      Denunciar o projeto: Pois tenho razão: o projeto bolsonarista é uma ditadura monárquica-teocrática sob tutela dos “EUA”. Isso precisa ser dito alto e claro — não apenas em artigos como este, mas nas ruas, nas redes, nas escolas, nas igrejas.

4.      Construir a resistência: O que vem após a eleição — se LULA não vencer — não será apenas uma derrota eleitoral. Será uma guerra de sobrevivência. A esquerda, o democrata, o progressista precisa estar organizado para resistir: nas ruas, nos sindicatos, nos movimentos sociais, nas universidades, nas comunidades.

 

IV. MINHAS CONSIDERAÇÕES FINAIS: O AVISO QUE NÃO PODE SER IGNORADO

Minha voz é a de quem viu o que está por vir. Não porque tem poderes sobrenaturais, mas porque estudou e estuda em profundidade a história, leu e lê em profundidade os sinais e compreendeu e compreende a lógica do projeto de poder político-teocrático de uma familícia que se instalou e espalhou-se no Brasil.

 

Aviso: sem LULA, a esquerda, o democrata, o progressista será cassado, exilado, preso, torturado e morto.

 

Isso não é uma ameaça. É uma previsão — baseada no que já aconteceu e no que está acontecendo.

 

Que os deputados e senadores de esquerda, do campo democrático, progressista ouçam este aviso. Que eles entendam que não há vitória individual sem vitória coletiva. Que eles saibam que, se LULA não vencer, nenhum deles terá mandato para exercer.

 

O Brasil está diante de uma encruzilhada. De um lado, a continuidade democrática — frágil, imperfeita, mas ainda democrática. Do outro, a ditadura familícia-teocrática — com toda a violência que descrevo.

 

A escolha é nossa. E o tempo é agora.

 

— Porque quem avisa, amigo é. E quem não avisa, trai.

 

_∞ Professor[*] Negreiros, Deuzimar Menezes

_∞ Pesquisador Consultor-Analista e Ministrante de Aulas-Palestras Transdisciplinares em Educação, Meio Ambiente e Política

_∞ Pedagogo, Filósofo e Rádiojornalista [DRT nº 0772/91-MA]

_∞ Pós-Graduado em Docência da Educação Superior, Gestão e Educação Ambiental, Gestão em Auditoria e Perícia Ambiental

_∞ Especialista em Direito e Legislação Educacional

_∞ Diretor-Presidente e Fundador da Fundação Brasil de Fomento à Educação Ambiental e Humanística

_∞ Imperatriz (MA), 15 de setembro de 2026

 

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[*] “Professor não “dá aula/s”. Portanto, Professor não é quem “dá aula/s”, quem ministra aulas. Morfológica e Etimologicamente, Professor [de Professo.... Professar...] é quem Professa; Profetiza; Profere..., e Proclama Conhecimento, Saber/dor/ia!! Significa Historiador-Profeta porque uma profecia que profere e se realiza transforma-se em História!!” – Prof. Negreiros/Deuzimar Menezes Negreiros – Consultor Transdisciplinar em Educação, Meio Ambiente e Política...

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