ALERTA MÁXIMO!!
– ESTAMOS ÀS VÉSPERAS
DE SERMO COMO UMA IRLANDA DIVIDIDA: A TEOLOGIA DO DOMÍNIO E A MARCHA SILENCIOSA
PARA A DITADURA TEOCRÁTICA NO BRASIL
Por Professor[] Negreiros, Deuzimar Menezes – Rádiojornalista, DRT nº 0772/91-MA
– Pesquisador Consultor-Analista e Ministrante de Aulas-Palestras
Transdisciplinares em Educação, Meio Ambiente e Política, em diálogo holístico
e transdisciplinar...
I. ALERTA MÁXIMO E PEDIDO AO PRESIDENTE LULA
Em seu 4º mandato, por favor, não indique nenhum ministro
protestante [crente/evangélico] ao STF.
Não se trata de discriminação religiosa. Trata-se de reconhecimento
de um perigo real e documentado. A história recente do Brasil
demonstra que a indicação de ministros comprometidos com a Teologia do
Domínio ao Supremo Tribunal Federal resultou em subversão institucional
por dentro da própria Corte.
André Mendonça é a prova. Indicado por Jair Bolsonaro como o
"terrivelmente evangélico", ele transformou sua cadeira no STF
em trincheira
do bolsonaro/ismo, em cavalo de Troia [vírus] do golpismo, em instrumento
de perseguição aos que defendem a democracia
religiosamente laica.
O pedido, portanto, não é contra evangélicos. É contra
dominionistas escatológicos*. É contra quem confunde o Reino de
Deus com o poder dos homens. É contra quem usa a fé como arma de dominação.
O *dominionismo
escatológico, ou Teologia
do Domínio,
é
uma crença religiosa que ensina que os cristãos têm o dever de assumir o
controle da política, das leis e da cultura do mundo antes que Jesus Cristo
volte à Terra.
E como isso funciona!?
- Na
visão do fim dos tempos: Difere das visões que esperam o mundo
piorar até o fim. Defende que a igreja deve organizar e governar a
sociedade primeiro.
- Ação
na sociedade:
Os seguidores buscam ocupar cargos de poder no governo, na justiça, nas
escolas e na mídia para impor seus valores.
- Origem: O movimento cresceu nos Estados Unidos
na segunda metade do século XX e hoje influencia grupos conservadores na
América Latina e no Brasil.
Principais
ideias
- Interpretação
de Gênesis:
Usa o texto bíblico do "domínio sobre a terra" como um mandado
político para governar os povos.
- Batalha
espiritual:
Enxerga a política e a cultura como uma guerra contra ideias contrárias à
sua visão de fé.
É bom procurar saber como se explica sobre:
vi.
A relação com
o pós-milenismo e
- A influência na política
atual pelo o mundo ocidental
controlado pelos EEUU.
II. O PERIGO MACABRO/MORTAL QUE RONDA O BRASIL
Há um perigo que ronda o Brasil. Ele não anda armado. Não usa
farda. Não invade casas de madrugada. Ele entra pelas igrejas,
pelas escolas, pelo judiciário,
pelas redes sociais, pelos púlpitos,
pelas famílias. Ele fala em nome de Deus. Deus de
Israel. De Israel e de mais ninguém! E, por isso mesmo, é
quase impossível de combater.
Esse é o perigo que se chama de Teologia do
Domínio.
Tenho alertado, chamado a atenção, com a lucidez de quem observa o
Brasil há sete décadas, para a gravidade do problema. E, nos dias atuais, junto
e misturado a ela, tem-se o bolsonarismo, que é muito pior do que podemos
pensar e falar.
Teologia do Domínio e bolsonarismo, juntos e misturados, não são
apenas um fenômeno político. São uma máquina de atrofiamento e
condicionamento de mentes, operada por uma teologia que:
i.
Promete o céu a uns e entrega o inferno a outros;
ii.
Prega a liberdade a uns e impõe a servidão de todos a uma única
religião;
iii.
Anuncia a salvação seletiva e produz a punição pela ditadura
teocrática.
III. O QUE É, ENTÃO, A TEOLOGIA DO DOMÍNIO?
3.1.
Definição e origem
A Teologia do Domínio [ou Dominionismo] é um
movimento teológico que defende que os cristãos, sob o manto da teologia do
domínio, têm o mandato divino de dominar todas as esferas da sociedade —
política, justiça, economia, educação, cultura, mídia — para estabelecer
o "Reino
de Deus" na Terra.
Sua base bíblica é uma interpretação literal de Gênesis 1:28: "Frutificai
e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do
mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo animal que se move sobre a
terra."
Para os dominionistas, esse "domínio" não se limita
à natureza. Estende-se a todas as instituições humanas.
O governo civil, dizem, existe para implementar as leis de Deus. E, se o governo não o
faz, os cristãos da teologia do domínio têm o dever de
tomá-lo para fazê-lo.
3.2.
A base teológica: Rousas Rushdoony e a Reconstrução Cristã
A Teologia do Domínio tem raízes no pensamento do teólogo
calvinista Rousas John Rushdoony [1916-2001], fundador
da Teologia
da Reconstrução Cristã. Rushdoony defendia que a lei mosaica [do
Antigo Testamento] deveria ser a base da legislação civil — incluindo penas
como apedrejamento por adultério, morte por homossexualidade e escravidão como
instituição divina.
Embora Rushdoony nunca tenha sido popular no Brasil, suas ideias penetraram o
neopentecostalismo brasileiro por meio de autores como Rene
Terranova e Gary North, traduzidos e distribuídos por editoras
evangélicas.
3.3.
A penetração no Brasil: o neopentecostalismo e a Teologia da Prosperidade
A Teologia do Domínio encontrou no Brasil terreno
fértil no neopentecostalismo — especialmente nas
igrejas que pregam a Teologia da Prosperidade e a Guerra
Espiritual.
A Teologia da Prosperidade ensina que Deus quer que
os fiéis sejam ricos — e que a pobreza é sinal de falta de
fé. A Guerra Espiritual ensina que os crentes estão em batalha contra demônios que
controlam as instituições — e que é preciso conquistá-las para
Cristo.
Juntas, essas duas teologias criam o caldo de
cultura perfeito para o dominionismo: riqueza como
bênção divina e poder como mandato celestial.
3.4.
O alerta que faço desde os anos 80
Tenho feito, desde os anos 80 do século passado, alertas, chamado
a atenção para o risco que é o projeto dominionista. Naquela época, não me
ouviam. Hoje, o projeto está em marcha — e ameaça consumar-se.
Pesquisas acadêmicas recentes têm exposto como essas crenças
operam na sociedade brasileira, particularmente no judiciário
e, especificamente, no Legislativo, onde parlamentares evangélicos atuam
para implementar pautas que refletem sua cosmovisão dominionista.
Uma delas: a de que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo, não da santa padroeira
do Brasil, Nossa Senhora Aparecida.
3.5.
O caso da plenária do STF de 30 de setembro de 2026
Sobre o assunto, ontem [30/09/2026] a plenária do STF demonstrou não existir
objetividade, nem subliminaridade, na língua portuguesa, do ponto de vista da
interpretação dominionista.
Esconderam uma verdade criminalizando-a, chamando-a de mentira,
notícia falsa, fake news. Uma fala nunca dita pelo candidato
extremista da familícia — essa a interpretação oficial imposta agora pelo
STF/TSE.
Portanto, dizer que "o Brasil passará a ser de Jesus Cristo [evangélico]" não
é querer dizer que não seja da Nossa Senhora Aparecida católica. Com isso, fica a
plenária do STF/TSE do lado do falso crente/evangélico de que ele nunca falou o
que falou: o Brasil passar a ser do Sr. Jesus Cristo [evangélico] e não da
católica padroeira do Brasil, a Nossa Senhora Aparecida.
Mas de modo objetivo e subliminar, falou sim. É só ter a
capacidade mental de inferir no que se diz e escreve sobre o assunto.
3.6.
A referência bibliográfica: The Battle Among the Gods
O livro The Battle Among the Gods [A Batalha
Entre os Deuses], de André Castro, explora justamente essa transição:
do declínio
da Teologia da Libertação — que via Deus ao lado dos
pobres — para a ascensão da nova extrema-direita religiosa —
que vê Deus ao lado dos poderosos.
A obra analisa como a teologia da prosperidade e a guerra
espiritual substituíram a opção
preferencial pelos pobres, transformando as igrejas em agências de
poder [dos poderosos] e os fiéis em massa de
manobra.
IV. A FUSÃO COM O BOLSONARISMO: O CRISTOFASCISMO
4.1.
Simbiose estratégica
A Teologia do Domínio não é apenas uma crença religiosa. É
um projeto
político de dominação teocrática na terra. O bolsonarismo
no Brasil e o trumpismo nos EUA são seu veículo de
concretização do projeto...
No Brasil, a relação entre igreja evangélica e bolsonarismo é
estreita e estratégica. Não se trata apenas de apoio
eleitoral. Trata-se de uma simbiose:
A Igreja fornece —Base de massa obscura, volúvel e manobrável
O Bolsonarismo fornece —Poder estatal
A Igreja fornece —Discurso moralista
O Bolsonarismo fornece —Proteção jurídica
A Igreja fornece —Legitimidade divina na terra
O Bolsonarismo fornece —Implementação das pautas
Uma delas: o Brasil é de Jesus — e não de Nossa Senhora.
É o que se subentende objetiva e subliminarmente. E parte dominante no STF/STE NEGA. Negacionismo
jurídico sendo legalizado.
4.2.
A simbiose nos EEUU: Trump e a direita cristã
Nos Estados Unidos, a simbiose entre Trump e
a direita
cristã [Christian Right] é ainda mais antiga e
consolidada. Desde os anos 1980, com a Moral Majority de
Jerry Falwell, a direita religiosa americana se organizou para tomar o
Partido Republicano e, por meio dele, transformar a
América em uma nação cristã.
Trump, embora não seja pessoalmente religioso, capitalizou esse
movimento. Em troca de apoio, prometeu:
i.
Indicar juízes antiaborto [o que cumpriu, com a nomeação de
três ministros da Suprema Corte que derrubaram Roe v. Wade];
ii.
Proteger a liberdade religiosa [leia-se: o direito de
discriminar em nome da fé];
iii.
Defender Israel incondicionalmente [cumprindo a agenda escatológica do dominionismo].
4.3.
O cristofascismo: definição e características
O resultado da fusão entre cristianismo [distorcido]
e fascismo [disfarçado
de fé] é o que os estudiosos chamam de cristofascismo.
Características do cristofascismo:
1.
Culto ao líder — o político é visto como enviado de
Deus, profeta, salvador;
2.
Nacionalismo religioso — a nação é vista como escolhida por
Deus, com destino manifesto;
3.
Militarismo — a guerra espiritual justifica a violência
contra os "inimigos de Deus";
4.
Hierarquia sagrada — o homem é o cabeça da família, o pastor é o cabeça da
igreja, o político é o cabeça da nação;
5.
Exclusivismo — só os "crentes verdadeiros" têm direito à
cidadania plena;
6.
Negacionismo — a ciência, os fatos, a história são relativizados em
nome da "fé";
7.
Apocaliptismo — o fim do mundo está próximo, é preciso acelerar
a vinda do Reino.
V. O CONDICIONAMENTO DAS MENTES: COMO O DOMINIONISMO OPERA
5.1.
A linguagem objetiva e subliminar
A Teologia do Domínio opera em dois níveis:
Nível objetivo: O discurso explícito. "Deus quer que os cristãos
governem." "O Brasil é do Senhor Jesus." "Precisamos tomar
as escolas para Cristo." "O comunismo é demoníaco."
Nível subliminar: O condicionamento implícito. A repetição incessante de que o
mundo está dividido entre nós [crentes, salvos, escolhidos] e eles [ímpios,
comunistas, demoníacos]. A construção de uma identidade de
guerra — onde o outro não é adversário, mas inimigo de
Deus. A promessa de que a obediência ao líder, à autoridade terreno [pastor,
político] é obediência a Deus.
5.2.
A massa volúvel e manobrável
A crença religiosa, quando transformada em ideologia
política, torna os fiéis fanáticos, volúveis e manobráveis.
Sua adesão não se baseia em razão, mas em emoção; não
em análise,
mas em fé; não em evidências, mas
em autoridade.
E quem controla o discurso religioso controla o voto/eleitor.
5.3.
O fanatismo como produto final
O fanatismo é o estágio final do condicionamento. O fanático
não pensa — obedece. Não questiona — crê.
Não duvida — defende. Não vê o mundo como ele é — vê o mundo
como lhe foi dito que é.
O fanático bolsonarista não vê o seu político como um corrupto,
mentiroso, genocida. Vê n’ele um profeta perseguido. Não vê um golpista. Vê
um salvador.
Não vê um criminoso. Vê um mártir.
Por isso, como já afirmei: "Flávio Bolsonaro pode sair assantando
e matando crianças, idosos, mulheres... até o dia antes das eleições, que mesmo
assim ele terá seus 30 e poucos por cento de seus votos."
A fé cega não se abala com fatos. Ela os reinterpreta para
confirmar sua crença.
VI. A REDE GLOBO E O CONDICIONAMENTO CULTURAL
A Rede Globo, como sempre, é o instrumento
de cultura norte-americano no Brasil para convencimento
das mentes se manterem colônias dos EEUU.
6.1.
A Globo como instrumento de dominação cultural
A Globo é o maior conglomerado de mídia do Brasil, com
presença em TV, rádio, internet, jornais, revistas, cinema e música. Sua
programação é transmitida para quase todo o território nacional e para mais de
100 países. Nenhum outro grupo midiático no Brasil tem esse alcance. E poder
midiático.
6.2.
A dependência econômica
A Globo não é apenas um veículo de comunicação. É uma empresa
capitalista que depende de publicidade para
sobreviver financeiramente. E quem anuncia na Globo? As grandes
empresas — o agronegócio, a indústria, bancos, varejo. As
mesmas empresas que financiam campanhas políticas de direita.
Em 2024, o faturamento do grupo caiu para R$ 16,4
bilhões — quase metade do que era em 2014. A crise
econômica do grupo o torna ainda mais dependente de aliados
políticos que possam garantir publicidade
estatal e benefícios regulatórios.
6.3.
A homogeneização do discurso
A Globo não precisa impor uma ideologia explícita. Basta homogeneizar
o discurso. Ao apresentar o bolsonaro/ismo como uma opção
política "legítima", ao tratar o golpismo como "debate
democrático", ao silenciar as vozes críticas, a Globo normaliza o
anormal e legitima o ilegítimo.
E, ao fazer isso, ela condiciona as mentes — não pela força, mas
pela repetição. Não pela imposição, mas pela naturalização.
VII. O PERIGO DA DITADURA TEOCRÁTICA
7.1.
O que está em jogo
Creio que 2/3 das mentes dos brasileiros já estejam condicionadas para
conviver na ditadura bolsonara-teocrática da teologia do
domínio.
Se isso é verdade — e há evidências de que é —, o Brasil
está a um passo de se tornar uma teocracia
autoritária. Não uma teocracia no sentido tradicional [um
Estado governado por sacerdotes], mas uma teocracia de massas —
onde a maioria da população aceita ser governada por líderes que se dizem
enviados de Deus, e onde a lei divina [interpretada por esses líderes] substitui a
lei civil.
7.2.
O que isso significa na prática
Em uma ditadura teocrática bolsonarista:
i.
A laicidade do Estado seria abolida — a religião seria
imposta como política pública;
ii.
A liberdade religiosa seria restrita — apenas a
"religião verdadeira" [a dos dominadores] seria tolerada;
iii.
Os direitos humanos seriam subordinados à "lei de Deus" — mulheres,
LGBTQIA+, indígenas, quilombolas, todos os que não se enquadram na moral
dominante seriam perseguidos;
iv.
A educação seria catequese — não formação de cidadãos, mas formação de
fiéis;
v.
A ciência seria negada — em nome da "fé";
vi.
A democracia seria uma farsa — eleições sem escolha real, oposição
criminalizada, imprensa controlada.
7.3.
O paralelo com a Irlanda do Norte
A Irlanda do Norte viveu, entre 1968 e 1998, um conflito sectário
entre católicos
e protestantes que deixou mais de 3.500 mortos.
O conflito não era apenas religioso — era político, econômico e identitário.
Mas a religião
serviu como marcador de pertencimento e justificativa
para a violência.
O Brasil está a caminho de uma situação semelhante. A diferença
é que, no Brasil, a Teologia do Domínio não é apenas uma identidade
sectária — é um projeto de poder.
E esse projeto está infiltrado em todos os níveis do/no Judiciário,
no Legislativo,
no Executivo,
nas escolas, nas igrejas, nas famílias.
Estamos às vésperas de sermos uma Irlanda dividida em uma guerra
civil entre católicos e protestantes/evangélicos dominionistas.
VIII. MINHAS CONSIDERAÇÕES FINAIS SÃO: O QUE FAZER?
O bolsonaro/ismo é um projeto de poder monárquico-religioso muito
pior do que podemos pensar e falar. E a Teologia do Domínio é a religião alma desse
projeto — a força que o torna tão difícil de combater, porque não se
combate fé com fatos.
Mas há caminhos. E eles passam por:
8.1.
Denunciar a fusão entre religião e política
Não se trata de atacar a fé. Trata-se de denunciar o
sequestro da fé por um projeto de poder. A Teologia do
Domínio não é cristianismo — é idolatria do poder. E os cristãos que realmente
seguem o Evangelho devem ser os primeiros a denunciá-la.
8.2.
Fortalecer a laicidade do Estado
A laicidade não é inimiga da religião. É garantia de
que todas as religiões possam coexistir em paz. Sem laicidade, a religião do
poder se torna a religião oficial — e todas as outras são criminalizadas,
proibidas e perseguidas.
8.3.
Educar para o pensamento crítico
A única vacina contra o fanatismo é a educação
crítica. Uma educação que ensine a duvidar,
a questionar,
a pensar
por si mesmo. Uma educação que não forme fiéis,
mas cidadãos.
8.4.
Construir redes de resistência
Nenhuma luta se vence sozinho. É preciso articular
as resistências — igrejas progressistas, movimentos sociais, universidades,
sindicatos, comunidades de base — em uma frente ampla contra
a teocracia bolsonarista.
8.5.
Manter a esperança
Afirmo que 2/3 das mentes brasileiras já estão condicionadas. Pode
ser. Mas 1/3 ainda resiste. E, na história, minorias
conscientes já mudaram o mundo.
A luta é difícil. Mas não é impossível...
8.6.
O pedido final ao Presidente Lula
Presidente, em seu 4º mandato, por favor, não indique nenhum
ministro protestante [crente/evangélico] ao STF.
Não por discriminação. Mas por prudência.
Por responsabilidade. Por amor ao
Brasil.
O STF não é lugar para pastores. É lugar para juristas.
Não é lugar para ungidos/profetas. É lugar para juízes.
Não é lugar para dominionistas. É lugar para guardiões da
Constituição.
Que o Presidente Lula ouça este alerta. Que o Brasil seja salvo da
teocracia. Que a democracia prevaleça.
— Porque a fé verdadeira não escraviza: liberta. E a liberdade é o
dom mais precioso que Deus deu à humanidade.
Assina o alerta-pedido:
Professor[*] Negreiros, Deuzimar Menezes
Rádiojornalista, DRT nº 0772/91-MA
Pesquisador Consultor-Analista e Ministrante de Aulas-Palestras
Transdisciplinares em Educação, Meio Ambiente e Política
Em diálogo holístico e transdisciplinar com você, leitor/a
Imperatriz [MA], 01 de outubro de 2026
Contatos:
prof.negreiros@gmail.com – fundacaobrasileducacional@gmail.com – [99]
98154-0899 – WhatsApp
________
[*] “Professor não “dá aula/s”. Portanto, Professor
não é quem “dá aula/s”, quem ministra aulas. Morfológica e Etimologicamente,
Professor [de Professo.... Professar...] é quem Professa; Profetiza;
Profere..., e Proclama Conhecimento, Saber/dor/ia!! Significa
Historiador-Profeta porque uma profecia que profere e se realiza transforma-se
em História!!” – Prof. Negreiros/Deuzimar Menezes Negreiros – Consultor
Transdisciplinar em Educação, Meio Ambiente e Política...